Tabela
Convidado

I.
II.
III.
IV.
V.
O mundo bruxo parece entrar em um novo conflito. As coisas diferiam completamente do que acontecera nas guerras bruxas. Sim, o caos estava começando a se fazer presente outra vez, devido a uma profecia vivenciada por Hermione Jean Granger-Weasley e Harry Tiago Potter. Resta ao mundo conseguir manobrar os problemas e mais uma vez se tornar pacífico, o que parece ser extremamente dificultoso.
ambientação e tramas
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Whitcomb, Lucille

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Mensagem por Lucille Whitcomb em Seg Out 31, 2016 10:29 am
Lucille
RES: 06
FOR: 05
INT: 09
PERS: 07
CAR: 09
AGI: 08
Básico
NOME COMPLETO: Lucille Gracie Whitcomb
NASCIDO(A) EM: San Francisco, Estados Unidos - 03|Agosto|2076
POSSUI O ROSTO DE: Jessica Stroup
SEU SANGUE É: Trouxa
PLAYER: Paty

ACADÊMICOS
ESCOLA: Hogwarts
CASA: Corvinal
ANO: 7º ano
CARGOS: Apanhadora. 
CLUBES: Poções
PESSOAL
HABILIDADE OU RAÇA: Oclumente.
PATRONO: Guaxinim
AMORTÊNTIA: Chuva, chocolate e incenso de jasmim.
ANIMAL OU OBJETO MÁGICO: --

PROFISSIONAL
EMPREGO: ----
DESDE: ----
TRABALHOS ANTERIORES: ----
FORMAÇÃO SUPERIOR: ---
VARINHA
Salgueiro,23,5 centimetros, contendo um fio da crina de unicórnio, flexível(excelente para feitiços, especialmente azarações) 


PERSONALIDADE
Divertida, atrevida e um tantinho irônica quando provocada. Gentil e prestativa. Tem sempre um sorriso estampado no rosto. Não gosta de ver ninguém triste perto de si. Extremamente habilidosa em tudo o que faz, carismática, inteligente, leal, corajosa, determinada. Defeito: Impulsiva demais. Mania: Falar em 535 rotações por segundo quando está nervosa.

HISTÓRIA
Meu nome é Lucille Whitcomb, mas Lucy já está de bom tamanho, tenho 17 anos, sou bruxa e minha família me ama, está bom? Não? Sério que não? Puxa não esperava essa! Então vamos lá... Hum... por onde eu começo? Essa coisa de falar de si mesma não faz muito o meu gênero sabe? Não que eu seja uma pessoa amarga ou tenha uma vida infeliz, mas ficar compartilhando as minhas vivências é complicado. Vamos começar pela minha família, então? Satisfeito? 

Pois bem, meu pai é Thomas Whitcomb, trouxa, médico, lindo de morrer mas com um gênio que só por Merlin! E minha mãe atende por Blair Trudeau, trouxa também, dona de uma loja de antiguidades que trabalha com leilões, com um gênio mais... controlado que o de papai. Os dois se conheceram quando papai foi fazer uma especialização nos Estados Unidos, foi amor à 1ª vista! Menos de um ano depois estavam casados, desta união nasceram a pessoa que vos escreve e meu irmão mais velho Dominic Whitcomb. 


Minhas lembranças de infância da família de papai se resumem a: eles serem do Reino Unido, não lembro muito de ouvi-lo falar sobre eles, nós somente nos víamos nos feriados de Natal, e até onde sei por exigência da minha avó (Ellie), ficávamos por pouco tempo e nunca permanecíamos na casa da vovó, sempre ficávamos em hotéis e isso gerava discussões homéricas entre meus pais. Minha avó é membro de uma família tradicional inglesa, responsável pela manutenção de uma série de hospitais e até onde eu sei, filha única. O que deve ser muito chato, convenhamos! Meu avô Tony, Anton Ravensworth, é o patriarca da família e trabalha na câmara dos Lordes. Meu pai tem uma irmã Emma, que mora em Mônaco, com o marido e seu filho Stuart, um rusky siberiano lindo.

Embora houvesse esse distanciamento gritante da família de papai, nossa vida em família sempre foi muito feliz, sem muitos sobressaltos, posso até afirmar que éramos o protótipo da família feliz dos comerciais de margarina. Bem, isso até Dominic abrir a caixa de pandora da família. Quer saber mais? Pois bem, eu conto. Lá estava eu no auge dos meus 7 anos, assistindo a algum programa na TV quando uma estranha coruja do nada invadiu nossa alegre e calorosa residência em San Francisco. Assim que me deparei com aquela criatura, gritei apavorada... Motivo: não, eu não sou louca! Apenas tenho pavor de seres de penas que voam, eu sei, não é muito comum ouvir isso de uma garota que estuda em Hoggy, mas essa é a minha vida!

Voltando... Quando aquela criatura entrou voando, me assustou e deixou cair do bico um envelope endereçado ao meu irmão, permanecendo sentada na mesa de centro como se fosse a coisa mais natural do mundo. Estranhei...desde quando existiam corujas correio? Segundos depois papai, mamãe e Dominic entraram no recinto e eu em um fio de voz comuniquei que a coruja tinha trazido uma carta para o Dom. Ergui o olhar na direção de papai e notei que ele estava lívido. Dominic pegou o envelope e começou a ler, eu não estava entendendo nada: o que era Hogwarts? Escola de magia? Era um acampamento de verão com um nome estranho? Então mamãe se aproximou e me levou da sala, informando que Dom e papai precisavam ficar a sós. Droga! Eu não queria sair de lá, mas bastou um olhar na direção de papai pra ver que não era... interessante ficar por lá. E bem como eu só tinha visto aquela expressão no rosto dele nos eventos familiares, captei que não seria nada agradável ficar com eles.

Aquela foi uma noite longa, no dia seguinte ouvi papai ao telefone com ninguém menos do que vovó Ellie, e ele não parecia nada feliz. Na hora do almoço informou que ele e Dom viajariam no dia seguinte para tratar de assuntos sobre a nova escola do meu irmão, seco assim! Naquele mesmo dia, assim que papai foi para o hospital, Dom me contou que ia pra Inglaterra, estudar num lugar chamado Hogwarts, que era uma escola de magia, que a vovó conhecia e que assim que soubesse mais sobre o lugar escreveria me contando. Fiquei triste, é claro, afinal ele era minha única companhia, fora os empregados. Nossos pais quase não paravam em casa e eu ia ficar sozinha... E foi assim que fiquei, até ele voltar para os feriados e afins. 


A escola de bruxaria era um tabu em casa, papai não falava muito (ou melhor, não falava nada) sobre o assunto e quando perguntavam sobre o Dom pra ele, simplesmente respondia que estava num colégio interno na Inglaterra, pois lá ofereciam uma formação adequada. Durante quatro anos, mais ou menos, aquela foi a minha vida: de casa para o colégio, do colégio eventualmente para a casa de uma colega, quando não, direto para casa.

Até que no meu aniversário, eu acordei com uma coruja sentada sobre mim, na cama, me bicando, a princípio, pensei que estivesse sonhando (dada a minha aversão por aves, o mais provável era de que se tratasse de um pesadelo mas, deixemos os detalhes de lado), como continuava a sentir algumas bicadas, abri os olhos mais uma vez e sim, aquele ser voador estava na minha cama e naquele momento empurrava um envelope como o que Dominic recebera anos antes; isso no exato momento em que papai entrava com meu tradicional café da manhã de aniversário. Ao se deparar com aquela cena, se aproximou, olhou furioso pra ave bicante e, em seguida, olhou bem dentro dos meus olhos e sua decepção era quase palpável quando disse - Ah, não Lucy, você não! - Bem, o que eu posso dizer? Não era bem isso o que eu esperava ouvir dele no dia do meu aniversário. Sim, eu ficaria feliz com um "Parabéns Lucy". Mamãe entrou no quarto com meu presente e ao ver o ar desolado de papai perguntou o que tinha acontecido, é... eu acho que ela nem notou a avezinha sobre meu edredom, ao que ele simplesmente respondeu que tinha perdido outro filho e que eu era uma deles... O tom de desprezo que ele usou gelou meu coração e me esforcei ao extremo para não começar a chorar diante dele, eu sentia que ele não estava feliz comigo e... bem, eu só queria que ele se orgulhasse de mim.


Ele levantou da minha cama e deixou o quarto sem dizer mais nenhuma palavra. Mamãe se aproximou e percebendo meu estado de espírito disse que ele só precisava de um tempo para se acostumar com a ideia de que tinha dois filhos especiais, dois filhos bruxos. Com essa reviravolta nos mudamos, em definitivo, para a Inglaterra. No dia do embarque quando cheguei a King Cross acompanhada de Dominic, que estava com a vovó Ellie, que estranhamente parecia suuuuper à vontade com aquele ambiente e tudo o mais, e papai mal os cumprimentou. Lembro que antes de acompanhar a vovó rumo a tal plataforma de embarque me despedi de mamãe que pediu que eu tivesse juízo (Até hoje não entendo o que ela quis dizer com aquilo!), respirei fundo, em busca de coragem e me aproximei de papai ( que ficou mudo o caminho inteiro e me dava a impressão de que estava me enterrando dada a sua cara de velório), o abracei e disse que iria aprender tudo o que pudesse, que seria uma excelente aluna e ele ainda teria muito orgulho de mim, então ele me olhou e respondeu que eu daria mais orgulho se fosse uma garota normal. Mais uma vez as lágrimas brilharam em meus olhos e com muito esforço as contive, Dominic me enlaçou pelos ombros e mamãe tomou a frente, dizendo que eles já tinham muito orgulho de quem eu era e disse, mais uma vez, que papai só precisava de tempo... Hum, o tempo está passando e ao que parece o tempo não ajudou em nada...Mas como dizem: a esperança é a última que morre não?

Em Hoggy, me senti em casa, confesso também que senti um certo "medinho" da seleção (Dom e seus amigos tentaram me traumatizar a respeito e admito: funcionou), sabe como é... eu ouvi falar de um tal Chapéu Seletor e tinha medo que o tal chapéu falante revelasse algo não muito simpático a meu respeito. Não foi o que aconteceu. Sou uma corvinal (com muito orgulho) e tenho me esforçado para ser uma excelente aluna - o que modéstia (inexistente) à parte tenho conseguido - é claro que não sou aquele modelo de "bom aluno/nerd", aquela perfeição com a qual todos estão acostumados, já que adoro me divertir (o que já me garantiu algumas detenções, meros detalhes) mas... o que seria da vida sem um pouco de aventura?



Meu irmão se formou há alguns anos e agora trabalha com dragões na Romênia. Meu pai continua sem se interessar minimamente por Hogwarts ou pelo meu brilhante currículo escolar, sim, para todos os amigos e familiares estou em um colégio interno e sou proibida de tocar no assunto durante as visitas à família. A propósito, durante a primeira viagem para o castelo Dom me contou sobre a nossa história familiar, sobre o fato de sermos parte de uma família bruxa que durante muito anos - segundo a vovó desde a avó dela - não produziram mais que abortos e que, por essa razão, acabaram se afastando do mundo bruxo ainda que cultivassem a esperança de algum dia a magia retornar. Foi o que aconteceu e foi bom, apesar do preço que tivemos que pagar, eu e Dom.


Who says you're not perfect?


Lucille Whitcomb
Corvinal
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Mensagem por Slytherin em Ter Nov 01, 2016 11:27 pm
Bem vindos!


Ficha Aceita!

Lucille,

Você foi aceito no grupo Corvinal. Agora faz parte da comunidade mágica do Magic Hearts. Não esqueça de postar nos tópicos de registro.

Seja bem vindo ao nosso mundo e lembre-se: O mal ainda está lá fora.
Slytherin
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Galeões : 7901

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