Tabela
Convidado

I.
II.
III.
IV.
V.
O mundo bruxo parece entrar em um novo conflito. As coisas diferiam completamente do que acontecera nas guerras bruxas. Sim, o caos estava começando a se fazer presente outra vez, devido a uma profecia vivenciada por Hermione Jean Granger-Weasley e Harry Tiago Potter. Resta ao mundo conseguir manobrar os problemas e mais uma vez se tornar pacífico, o que parece ser extremamente dificultoso.
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HYDE PARK – Um novo começo.

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Mensagem por Dante Strider Rolstroy em Ter Nov 15, 2016 6:12 pm


WALK THE LIVED

Costeleta de porco – bem grossas, com o rim ainda dentro  – Acompanhadas por couve-de-bruxelas, cenouras, purê de batata e molho. Isso que é uma refeição de verdade. E depois, torta de frutas com creme. Vejam bem, uma torta de verdade, assada em casa – não me venham com latas ou pacotes. Comida de verdade, saudável, caseira, na qual eu costumava chamar de "gostosuras". O caminho de um homem passa pelo estômago, e no meu caso isso era verdade. 

Mas hoje em dia muitas pessoas não querem nada disso. Só querem saber de hambúrgueres e fritas. Ou milkshakes, para outros. Bom, isso não é uma refeição de verdade, é? Não é o que eu chamo de uma refeição de verdade, à mesa. Mesmo morando sozinho, toda noite tenho a disposição carnes, legumes e depois uma torta, sem falta. Ou às vezes um bolo, um rocambole ou pudim. Talvez você va perguntar; como mantém um corpo assim desse jeito? Simples, eu adquiri uma genética ótima em que certos tipos de alimentos não me fazem mudar de peso. Venho fazendo  exercícios em dobro há mais de dois anos, e acho que acabei entrando numa rotina. Mas ultimamente, devido a agenda lotada, a coisa virou um fluxo  desordenado. 

(...)
Não chegaram a me contar o que era, e também não contaram porque talvez precisassem de alguém como eu. Para dizer a verdade, eu provavelmente não teria pegado a merda do emprego se eles houvessem contado. E se eu fosse mais esperto, teria perguntado a eles logo no primeiro dia, pois em retrospectiva vejo que já tinha algumas pistas: Jovem, sem ideias, sem pensamento de futuro e com os pais contra tudo. Mas eu só estava ali, naquele lugar e naquele emprego, porque tenho um metro e setenta de altura, e um corpo provavelmente desejado por todos que iam ao local. 

Então eu digo, bom, aonde você quer chegar com isso? Você pergunta o que eu faria se pudesse escolher...  Eu digo; escolheria a mesma vida. 

É sério, hoje fora o único dia em que obtive uma folga por completo. Quer dizer, tá legal, não sou uma Madre Teresa nem nada disso; não estou fazendo caridade e nem salvando o mundo, mas meu trabalho não é tão merda assim quando se compara com os empregos "comuns". Não posso enfrentar gente com estiletes enferrujados ás duas da madrugada. Não quero morrer na porta de uma boate xexelenta. 

(...)

Era um dia quente de rachar, abafado e úmido. O calor cozinhava todos lentamente. Meus olhos estavam lacrimejando pra caralho por causa dos poluentes que o pólen espalhava pelo ar. Lagrimas ardida como lembranças. @#$%& de Londres. Antigamente eu gostava do sol e do calor. Mas agora isso estava levando tudo, chupando meus sucos vitais. Pelo menos algo de bom havia num clima desses; os homens não se vestiam completamente! Uma tortura boa, cara, tortura pura. - Você deve ser o cara mais gostoso que eu já vi... E você também Falei ao observar ao redor, não querendo chamar mais a atenção, caminhei para debaixo de uma arvore e comecei a ler um livro. É, eu uso óculos redondos de grau, tenho miopia. Sinceramente o meu jeito naquela arvore me deixava interessante por dois fatores; short de corrida e óculos no estilo tímido.

Legenda; Parte mais importante.


Última edição por Dante Strider Rolstroy em Ter Nov 15, 2016 6:22 pm, editado 3 vez(es) (Razão : ×)
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Mensagem por Lorenzo Barezzi em Sex Dez 09, 2016 2:53 pm





Passear ao ar livre sempre fora uma das atividades favoritas do italiano, acordar e correr, se exercitar, manter seu corpo em forma por meios normais, ao invés de usar feitiços, não era por ética ou moral, mas sim, porque gostava de testar limites, e observar os cantos de sua cidade. Sim sua, ele gostava de andar por Londres e imaginar como aquelas ruas de certa forma o pertenciam, pensar assim, o fez chegar tão longe em sua vida, logo, para que parar? Respirava enquanto tomava um gole de água gelada observando a movimentação no parque.

Lorenzo sabia de muitas coisas, planos que estavam por vir, e planos que não confiavam o suficiente nele para que os soubesse, de qualquer forma, algo grande estava por vir, precisava estar preparando. Contudo, tinha outras metas em sua cabeça, precisava de mais contatos, quanto mais melhor, pequenas pessoas que trabalhassem para ele obtendo informações, tanto quanto sobre planos da Ministra ou planos do Lord, esse que ele estava muito curioso para saber sua identidade. Infiltrados no ministério ele já tinha, pessoas que lhe passavam pequenas e úteis informações, em hogwarts estava quase, mas agora precisava de alguém que conhecesse os boatos das ruas.

Já tinha seu próximo alvo, vitima, amigo, aliado, empregado, bem o termo em si não importava, mas a pessoa que gostaria sim de conhecer não era ninguém com cargo alto, isso tinha de monte, não era ninguém relevante às bocas da elite bruxa, e por isso era tão intrigante, era um Stripper, que conhecia bem as pessoas, que poderia obter informações nos momentos mais relaxantes de um ser humano. Ao se entregar para alguém lhe fornecer prazer, lhe fornecer entretenimento, distração, o ser humano não perceber o quão suscetível fica para fornecer informações, seja sobre um dia estressante no trabalho, seja as fofocas que partilham diariamente, e assim, soltam informações que para uns não significa nada, mas Lorenzo, sabia apreciar qualquer informação que recebesse.

De fato, estava um belo dia para correr, mas, acima disso, ele escolhera tal lugar por causa de Dante, e como seu plano nunca falha o vislumbrou sentando perto de uma árvore e dirigindo sua atenção dos homens no parque, para o livro que carregava. Soltou um sorriso malicioso, enquanto caminhava, em sua direção, se aproximando lentamente para não assustá-lo, olhava ao redor, gostava de ver quem estava observando a cena e quem não estava prestando atenção. Sentou próximo do rapaz, lhe dirigindo a palavra - Espero não estar atrapalhando, mas você capturou minha atenção - Abriu um leve sorriso - Me chamo Lorenzo, prazer.

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Mensagem por Dante Strider Rolstroy em Sab Dez 10, 2016 12:20 pm


WALK THE LIVED

Dante tem trinta anos. Ele está sentado no gramado e encostado numa arvore. Veste um short de corrida, ao seu lado uma garrafa de água e um livro, montanha fria, de Charles Frazier. É tarde; o sol lhe deixava mais suado.

(...)

Minha viagem aos meus pensamentos  terminou , pois infelizmente fui atrapalhado por um homem.“Minha, Mercúrio, viagem, Vênus, terminou, terra... Terra!”  Eu deveria ter respondido ele a tempo, mas acabei focando mais no livro e o deixei por, se não me engano, três minutos esperando uma resposta. – Desci os meus óculos até a ponta do nariz e o observei por cima deles. – Oi. Falei rapidamente, não demostrei nenhuma expressão além de uma fixação nos olhos. Isso terminou quando percebi que ele havia um par de olhos deslumbrantes. Animei-me até o certo ponto de fechar o livro e abrir um largo sorriso. – Dante, satisfação em conhecê-lo. Talvez seja essa a única coisa que eu me lembro de ter aprendido na escola. Devo ter aprendido outras, só não me recordo tão bem.

— Dizem que isso é a prova de roedores.  Falei segurando o livro e balançando de um lado para o outro. Não fez sentido nenhum no momento, mas não havia entendido o fato dele ter vindo conversar comigo e sinceramente não consigo manter uma conversa adequada ao ar livre. — E ai – Disse eu, com certo tom de animação que logo foi desaparecendo. Por que raios veio falar comigo? Decidi não temer ao perigo e como já havia falado, não poderia fazê-lo esquecer.  Isso me deu um estalo. Eu comecei a pensar, pensar direito, pela primeira vez, na verdade, desde que me liguei que não estava dando tanta atenção para ele. Em todo caso, um sorriso leve foi demostrado.

Legenda; Parte mais importante.


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Mensagem por Lorenzo Barezzi em Seg Dez 26, 2016 9:03 am






Observou o rapaz, novamente, ele era direto, gostava de saber das coisas e isso era um ponto positivo a ele. - Bem, para ser completamente honesto com você - olhou novamente - Você chamou minha atenção e não é de hoje - bebeu um pouco de água olhando para o céu acima deles, o rapaz não estava compreendendo muito, então resolveu falar - Já te vi no trabalho algumas vezes, hoje vim correr e te vi sentado aqui e pensei porque não conversar? Primeiro você merece parabéns pelo incrível corpo que possui, deve se dar bem na area nao? - Escutou o rapaz, que no começo parecia tímido falar  - Por favor, me chame de Lorenzo, e não precisa ser tímido, não comigo. - Insistia para que o rapaz continuasse falando sobre ele, e sobre o trabalho - Eu trabalho no ministério, um cargo alto e importante, e chato boa parte das vezes, alguns clientes meus, algumas pessoas passam por sua boate, geralmente tem casos assim envolvendo eles, então resolvi conhecer o local, e agora entendo o porque disso - dava um leve riso, sentando mais próximo do rapaz.


- Me fale mais de você, você parece ter uma história interessante, melhor do que o clichê que é a minha, família ruim, estudos, quis ser alguém importante, blablablabla, já conhece o final dela - A verdade era que Lorenzo tinha uma proposta pra ele, ele precisava de um informante sobre os rumores das ruas, no submundo, as pessoas possuem um conhecimento absurdo sobre fofocas, rumores que poderiam ser interessantes na irmandade, poderia agradar o Lord, poderia melhorar sua posição e poderia ainda descobrir sobre o paradeiro de Karitza, o que seria uma vitória a todos eles, a vida de comensal era tensa e perigosa, o Lord matava comensais que era inútil a ele ou fraco e bem, ele não poderia ser assim - Dante, posso te chamar assim? - olhava pro rapaz, tocando em seu ombro - Eu tenho uma proposta de emprego para você, se lhe interessar, eu te garanto que o pagamento e excelente.


Observou o rapaz curioso e relutante enquanto continuava a falar - Eu preciso de um informante, alguém de baixo perfil, que receba clientes importantes, alguém que saiba os rumores que dizem por aí, afinal, tem  um guerra de aproximando, e ações grandes para acontecer, seria interessante alguém que fizesse essas pessoas comentar sobre esses rumores e me informar tudo que conseguir, você acha que é o homem que procuro? Dinheiro não e problema, nesse quesito, e você não tem que largar seu emprego.


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Mensagem por Dante Strider Rolstroy em Qui Jan 05, 2017 7:43 pm


WALK THE LIVED

Não posso negar que fiquei um tanto convencido com aquele triunfo, minha defesa de ficar tímido não havia funcionado. Nossas ideias ocupavam pontos diametralmente opostos do espectro teatral, sim, eu estava literalmente fazendo um teatro no momento em que estava conversando com ele. E eu não usava tantas palavras, por segurança, e por isso tive que me esforçar muito mais para que minha comunicação fosse entendida por Lorenzo.   – Gentil da sua parte me elogiar... Respirei fundo e passei a mão no cabelo.   - Mas Incomoda-me muito que você não tenha feito um elogio sincero.  Cerrei os olhos e posicionei o meu óculos para ficar mais junto a testa e olhei desconfiado.   – Deve achar que estou enganado, mas tenho certeza que está fazendo isso para conquistar a minha confiança.  Houve uma pausa planejada para o ‘climão’, e eu dei um sorriso corajoso, porque era mais fácil fingir isso do que fingir uma risada convulsiva.   – Estou brincando. Embora eu seja um ator e dançarino praticamente 'formado', acho que devo ser sincero com você.  Falei; como uma combinação mara no meu rosto: Horror e piedade nos olhos, e um sorriso compassivo na boca.   - Fico feliz que você tenha notado, pois é uma coisa da qual me orgulho muito. Fixei meus olhos no meu abdômen e novamente voltei ao mundo “terra”.  

Suspirei e “enrosquei as minhas pernas”: Pude sentir um leve puxão no músculo, mas isso não me incomodou ao ponto de desfazer a posse. Cruzei os braços e me encostei muito mais, tentei manter o olhar fixo nos olhos do rapaz, mas isso fora desfeito em pouco tempo.   -  Escute, não vou entrar em detalhes, até porque você não iria querer ouvir tanto sobre mim.  Meus joelhos ficaram frios apesar do calor do ambiente; isso poderia significar que no momento estava passando mal ou simplesmente muito incomodado de lembrar o passado.   – Pois bem... Vim de uma família bem tradicional, não tradicional no sentido de totalmente bruxa, mas... Dei uma pausa e comecei a falar novamente.   – Não sabiam nada sobre mim, meus pais, apesar de próximos, não conseguiam entender o porquê do filho nunca ter levado uma garota para lhes apresentar. Entenderam somente quando terminei o período escolar. Meu coração palpitou mais forte e umedeci os lábios.   – Não tive tios, avôs, somente eles. E eu não queria decepciona-los e por um longo período vivi de forma oculta, sem mostrar quem realmente eu era. Fechei os olhos e me imaginei no passado   – Eu dançava bastante, isso foi uma das coisas que me mantinha forte quando discutia com eles por assuntos familiares ou até mesmo por questão de notas. Todas as noites eu ficava pensando se as pessoas passavam por isso também, talvez não fosse o único que queria se tornar dançarino, mas meus sonhos não foram tão bem realizados assim.  Demostrei um sorriso e no final das palavras, um bocejo fora dado terminando de contar o resto.   – Sai de casa aos dezoito anos e acabei entrando no mundo obscuro, por um bom tempo tive dificuldade de me manter e por isso tive que... Vender mais do que a dança, entende? Soprei os meus lábios e fiz um barulho um tanto estranho.   – Quando atingi uma conta bancaria boa, parei com esse trabalho e fiquei somente fixado na dança. Coloquei a mão na testa e dei uma risada.   – Bem que... Se eu tivesse aceitado alguns trabalhos, estaria extremamente rico agora. Cocei a parte de trás da minha cabeça e completei.   – Mas estaria completamente ferrado, literalmente.  

Quando a gente passa o dia todo pensando no que fez no passado e oque espera do futuro, eu começo a pensar: Será que alguém realmente importa? Caminhei durante muito tempo contra o vento. –  Aparentemente, as pessoas preferem te ver nu, a saber, quem você é. Acho que eu havia exagerado nas palavras e eu realmente sabia que isso me afetaria de alguma forma. – Pode me chamar do que desejar, só não me dê apelidos estranhos... Sorriu de ponta a ponta e apontou o dedo para ele de forma gentil. –  Na realidade, eu adoraria um prato de frango indiano no momento. Falei, enquanto ouvia o mesmo falar que havia uma proposta.  Mas quando escutei a palavra ‘pagamento’ minha expressão mudou e me fechei, a situação era séria, o bastante para me deixar despreocupado durante meses, talvez anos. – Isso vai depender de muita coisa... Consigo persuadir pessoas facilmente, mas isso só funciona se eles vão realmente cair, nunca fiz isso, não para alguém, a não ser a para mim mesmo. Revirou os olhos. –– Não me julgue, já usei muitas pessoas. Entrelacei as minhas mãos uma na outra e completei. – – E pelo oque estou entendendo eu que serei usado... Mordeu uma pequena parte do dedo indicador e tentou pensar no que faria, mas acabou cedendo rapidamente. – Parabéns, você achou o homem certo para isso.



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