Tabela
Convidado

I.
II.
III.
IV.
V.
O mundo bruxo parece entrar em um novo conflito. As coisas diferiam completamente do que acontecera nas guerras bruxas. Sim, o caos estava começando a se fazer presente outra vez, devido a uma profecia vivenciada por Hermione Jean Granger-Weasley e Harry Tiago Potter. Resta ao mundo conseguir manobrar os problemas e mais uma vez se tornar pacífico, o que parece ser extremamente dificultoso.
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[RP Fechada] One Night

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Mensagem por Bennett L. Stryker em Qua Jan 11, 2017 5:51 pm
One Night


Era [noite] cerca [19h36m], [Bennett Linux Stryker] acaba de chegar em casa após mais um longo dia de trabalho, esperando encontrar sua esposa [Gwendolyn Ellen Stryker] para compartilhar o resto da noite em sua companhia.

AVISO: Essa RP e Fechada [contando apenas com as participações dos personagens mencionados acima].


Última edição por Bennett L. Stryker em Sab Jan 14, 2017 4:24 pm, editado 3 vez(es) (Razão : ×)
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Mensagem por Bennett L. Stryker em Sab Jan 14, 2017 12:47 pm

>>One Nigth<<


Era noite, cerca de 19h36m, quando o homem surgiu do nada em frente a um notável chalé de madeira vermelha nas proximidades de Dublin, Irlanda. Aquele homem tratava-se de Bennett Linux Stryker, o atual Vice-Ministro da Magia Britânico, ele acabava de aparatar a frente de sua nova residência, onde estava morando recentemente com a sua esposa, Gwen. Fazia muito pouco tempo que ambos haviam decidido morar na Irlanda, mas na verdade o que os levou a mudar-se para lá foi um pequeno incidente causado pelo próprio Bennett em sua cidade natal, quando numa noite chuvosa de lua cheia, dominado pelo vírus que corria em suas veias, ele ocasionou uma pequena destruição nas ruas de Belfast, Irlanda do Norte, causando um pequeno mal estar entre o território bruxo Britânico e o Norte-Irlandês. Claro que ele obviamente pagou pelo prejuízo que causou, no entanto acabou sendo obrigado a deixar sua terra natal.

Contudo parando para pensar, não mudou muito o território onde residia, uma vez que apenas deixou o norte e mudou para o sul, enfim. Também fazia muito pouco tempo que ele havia sido elevado a função de Vice-Ministro da Magia, que por sua vez era um cargo de muita importância e poder, ficando somente abaixo do ministro, Bennett andava trabalhando demais e perdendo muito das suas horas diárias no ministério, sem contar que isso nem era realmente o problema, e sim, o fato de ser um licantropo. Pois ainda no ano de 2090, inúmeros bruxos ainda tinham certo preconceito com bruxos acometidos pelo vírus da licantropia, então ele tinha de esconder assiduamente de tudo e todos sua verdadeira raça, afim de evitar perseguições e certos problemas que na sua visão eram desnecessários. Afinal estava totalmente controlado usufruindo da poção mata-cão, e para todos os efeitos era só mais um bruxo normal de sangue-puro.
 
Todavia ainda existia bruxos que tinham conhecimento dessa sua espécie de segredo, e um deles era a sua esposa, Gwen. Uma mulher muito bela a quem ele tinha como companheira por anos, um pequeno sorriso surgiu em sua face endurecida com a lembrança da morena, sendo ela uma das poucas pessoas que conseguia o fazer expressar algo além de impassibilidade e rigidez. — Gwen? Estou em casa, querida! — Murmurou enquanto caminhava por entre a porta do chalé, entrando no local. Dentro era o espaço era muito maior do que aparentava por fora, mas o que esperar do mundo mágico e seus feitiços de extensão? Com um movimento rápido, Bennett retirou seu habitual blazer negro e seguiu por entre os cômodos na direção da cozinha, onde provavelmente encontraria sua esposa. — Gwen? — Chamou outra vez, encontrando-a ajoelhada próxima da bancada onde ficava a pia, mexendo em algo que ele julgou ser um vazamento no encanamento.
 
O que faz ai? — Indagou erguendo a sobrancelha direita numa expressão questionadora, então seus olhos foram direcionados para o ponto onde ela mexia, comprovando que realmente era um vazamento no cano da pia. — Deixe que eu faço isso querida... — Sacou sua varinha do suporte que usava na cintura, na verdade preso no cinto, e aproximou-se do local. Por fim, esperando a morena ficar de pé para que pudesse beija-la e aplacar um pouco a saudade que sentia dela durante as horas no ministério; tomou uma mecha de seu cabelo negro em mãos e inalou seu perfume, antes de puxa-la pela cintura e beijar seus lábios com certa rispidez. Já que entre ambos não havia delicadeza em nada, tampouco em caricias físicas. Sorriu para ela, após cessar o beijo.

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Mensagem por Gwendolyn Ellen Stryker em Sab Jan 14, 2017 4:44 pm
Gwen
Havia deixado o Pub nas mãos de Joshua, meu único funcionário e braço direito no estabelecimento. Pois tinha planejado chegar em casa cedo e preparar um jantar especial para Bennett, um assado de coelho com batatas cozidas, sua comida preferida. Também esperava discutir com ele no jantar sobre nosso objetivo principal nesses últimos anos, conceber um filho. Entretanto sabia que Bennett estava receoso quanto a isso por causa de sua raça, ou melhor, vírus. Eu podia ver em seus olhos a angústia que o abatia sempre que discutíamos esse assunto, ele imaginava que caso tivéssemos um filho, o mesmo nasceria acometido pela licantropia, e tinha total razão sobre isso.


Porém esse receio não era capaz de aplacar minha vontade de ter um filho com ele, mesmo com a hipótese da criança nascer um licantropo e assim como o pai, passar por inúmeras situações onde teria de viver escondendo o que realmente era. No fundo sabia que esse era o maior temor de Bennett, por isso ele não tinha muitos amigos, no máximo colegas do ministério. Eu, no entanto não temia nada disso, e pode até parecer meio mesquinho submeter uma criança a viver dessa forma, mas o ensinaria desde pequeno sua identidade e o educaria para ser tão honrado quanto o pai é. Afinal Bennett e o Vice-Ministro da Magia, um dos bruxos mais respeitados dentro do ministério e fora dele.
 
Um sorriso surgiu em meus lábios no momento que aparatei a frente do chalé, fazia pouco tempo que tínhamos mudado para aquela região próxima a Dublin, e eu estava amando morar no lugar. Não que fosse ruim nossa residência antiga, contudo depois do que havia acontecido em Belfast, morar numa localidade tranquila como aquela era quase uma dádiva.
 
Entrei no local, retirando meu casaco e pondo sobre o cabide próximo da porta, caminhando em seguida para a cozinha, podia fazer pouco tempo que tínhamos mudado, mas o local já estava ganhando minha cara. Arejado e colorido. Um suspiro baixo escapou de meus lábios enquanto passava a mão sobre minhas madeixas negras, que por sinal estavam soltas como sempre. - Lar doce, lar... Olhei envolta do cômodo e notei uma pequena poça de água próxima da bancada onde fica localizada a pia; percebendo que havia um pequeno vazamento no cano. Droga! Teria de concertar isso antes de fazer o jantar.
 
Poucos momentos depois, eu retirei o colete negro que usava acompanhando a blusa branca de algodão e a calça jeans, ajoelhando-me próxima da bancada com a varinha em mãos pronta para solucionar o problema. Quando a voz rouca de Bennett tomou meus ouvidos. - Estou na cozinha. Respondi num tom alto, esperando que ele tivesse escutado.
 
Preparava-me para lançar um feitiço reparador no local danificado no cano, entretanto antes que pudesse fazê-lo minha atenção foi atraída para Bennett que acabava de entrar na cozinha. - Oi, meu amor. Esbocei um pequeno sorriso. - Estou tentando consertar esse pequeno vazamento. Ele então prontificou-se a fazer em meu lugar, e eu como uma boa esposa obviamente aceitei. Levantando-me para que ele tomasse meu lugar.
 
Mas antes que o fizesse, fui puxada contra ele de uma forma nada delicada, claro, algo atípico dele e que eu já estava acostumada, tendo os lábios tomados pelos seus e retribuindo o beijo na mesma intensidade. - Boa noite... Sorri novamente. - Cansado? Já vou preparar o jantar. Pousei a mão em sua face impassível, agora adornada com um sorriso e acariciei a textura áspera de sua pele. Correndo meus dedos sobre sua barba por fazer. - Temos alguns assuntos para conversar hoje... Acrescentei.


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