Tabela
Convidado

I.
II.
III.
IV.
V.
O mundo bruxo parece entrar em um novo conflito. As coisas diferiam completamente do que acontecera nas guerras bruxas. Sim, o caos estava começando a se fazer presente outra vez, devido a uma profecia vivenciada por Hermione Jean Granger-Weasley e Harry Tiago Potter. Resta ao mundo conseguir manobrar os problemas e mais uma vez se tornar pacífico, o que parece ser extremamente dificultoso.
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Mensagem por Marissa Graham em Seg Jan 30, 2017 7:25 pm


Esta RP é fechada, entre Marissa Graham e River Vielmond. Está ocorrendo no dia 2 de janeiro, no período da noite, por volta das 23h, na Boate Los Angeles. Marissa decidiu ir com os amigos à balada e lá esbarrou em River. Vamos ver no que vai dar.


 
I live my day as if it was the last. Live my day as if there was no past. Doing it all night, all summer. Doing it the way I wanna.
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Havia aproveitado que tinha uma pequena brecha na minha agenda entre milhões de compromissos, família, meu filho e as reuniões com relação ao lançamento da coleção de verão, que pasmem, é só daqui seis meses, mas temos que correr com isso o mais rápido possível. Sem contar que vira e mexe tem as Fashion Weeks da vida espalhadas pelo Globo e tenho que ir em todas, além de apresentar algum material prévio da futura coleção. De qualquer forma, aproveitei os cinco dias que consegui de folga, deixei Enzo com meus pais, porém tive que mandar um jatinho busca-lo, pois ele não aguentou ficar mais de dois dias sem mim e no momento se encontrar babando no travesseiro do Hotel com a babá cuidando dele, enquanto EU, vou aproveitar para passar a noite em claro por vontade própria. Não foi fácil passar os dois primeiros anos acordada porque Enzo não queria dormir.
 
Me arrumei colocando um de meus vestidos pretos favoritos, de alcinhas finas e uma fenda na perna, parecia apropriado para a noite de Los Angeles. Calcei meus saltos altos, deixei meu cabelo louro e ondulado para variar um pouco, uma maquiagem básica e ok. Suficiente. Eu nunca precisei de muito para ficar fabulosa. Calha que todos os Graham foram abençoados com a beleza, amém. Avisei alguns dos meus amigos que moravam pela cidade para me encontrarem na nossa boate favorita, Boate LA. Lá eu tinha entrada VIP, todos sabiam quem eu era e como não saber?! Por favor, sou uma das 10 estilistas bruxas mais famosas – e trouxa também, não vamos esquecer –! Dei um beijo no meu pequeno capetinha, minto, Enzo é um anjo e de fato toda vez que fico longe dele meu coração aperta, essa história de ser mãe realmente mexe com a gente. “Barb, se precisar de mim por qualquer motivo, ou se ele acordar, me liga. Um patrono talvez demore mais que uma ligação.” Falei à babá apontando para o celular em cima da mesa de centro da sala da suíte do hotel. Suíte presidencial, obvio, com vista para a praia ainda.
 
Precisei sair do Hotel primeiro para conseguir aparatar, porque eles tinham restrições devido à segurança do local, nada mais aceitável. Desaparatei na rua lateral da Boate e mal virei a esquina dei de cara com meus amigos, éramos um grupo de cinco pessoas, contando comigo, entre eles dois modelos, uma maquiadora e uma outra estilista com quem eu amava fazer parcerias para coleções às vezes. “Espero não tê-los feito esperar muito, vamos?” Perguntei com um sorriso de orelha a orelha depois de cumprimentar à todos. Mal dei por mim e flashs surgiram de todos os cantos. Paparazzis, a gente faz o que? Rapidamente nos juntamos para uma foto e então seguimos nosso caminho. Se quer pegamos a fila que já dava a volta no quarteirão. Cumprimentamos os seguranças que prontamente nos deixaram passar e adentramos ao local que explodia com o som em seu máximo tocando as músicas mais baladas que haviam sido lançadas em Dezembro. Dei uma olhada pelo lugar vendo corpos movendo-se na pista ao som de Luis Fonsi e Daddy Yankee. Vantagens de estar em LA são as setlists variadas com todos os tipos de influências musicais.
 
Meu primeiro impulso foi me jogar na pista acompanhada dos meus amigos e logo fui puxada para dançar por um homem que estava por ali. Confesso que não me importei muito em saber quem era, ele era bonito e dançava bem, aquilo me bastou no momento. Ao final da música pedi educamente licença, pois estava com sede e o deixei dançando com a maquiadora que pelo visto o achara incrível. Fui até o bar e reconheci um dos bartenders, o loirinho com cara de surfista. “Vou querer um Cosmopolitan, obrigada Brian.” Pedi e sorri. Ele me reconheceu em seguida. “O Ryan ainda está esperando você chama-lo para sair e adivinha... Ele está aqui hoje, se eu fosse você não perdia essa chance.”  Comentei divertida. Brian agradeceu o toque, já olhando para a pista e me entregou minha bebida. Sai do bar e decidi que tomaria um pouco de ar, subindo direto as escadas para o andar de cima.

Foi então que trombei sem querer com alguém e quase, mas foi QUASE, que derrubei minha bebida na pessoa. “Nossa, mil desculpas! Eu não te vi!” Falei assustada, com medo de algo do líquido colorido ter caído e molhado o pé da mulher. Ah sim, era uma mulher e ela era absurdamente linda. Devo dizer que era meu número e eu acabei de quase cometer a gafe do ano, mas nada que a gente não de um jeito não é mesmo?! “Apesar de ser bem difícil não ver alguém como você...” Mordi o lábio, fitando a outra diretamente nos olhos. Ah sim, a Boate onde estamos não é GLS, mas calha que muitos dos que vem aqui são... gays. Eu poderia levar o fora do ano, ou tirar a sorte grande. “Se não for incomodo ou não estiver acompanhada, aceita beber comigo?” Perguntei na lata. Eu nunca fui de rodeios, quando vejo algo que quero eu simplesmente vou atrás, só espero que toda essa minha assertividade não espante a moça. Muita gente não sabe lidar com meu jeito todo mandão e direto de ser.
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Mensagem por River Vielmond em Seg Jan 30, 2017 8:37 pm



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Quando eu decidi tirar férias e ficar um pouco longe da minha família, a verdade por trás disso é simplesmente a seguinte: Eu queria poder sair e beber, usar o que bem me desse vontade sem ter que me preocupar em ser pega por alguém da minha família ou qualquer pessoa conhecida. Logo, vir para Los Angeles era o melhor destino a ser escolhido por conta da distância e pelo fato que realmente não conheço ninguém por esses lados, então... obviamente, fui obrigada a falar com Kurt, o cara que normalmente me vende as coisas quando não tenho como pegar nada no hospital, para que ele arrumasse qualquer contato que ele tinha nos Estados Unidos para encontrar comigo para eu poder ter minha própria festa.

.... e bem, vamos dizer que o contato do Kurt arrumou um lugar bem interessante para me encontrar.

Não conheço a música que está tocando, não paro no bar assim que passo pela entrada e vou direto para o andar de cima do lugar como era o combinado. Como o de costume acabo esperando sozinha em um canto enquanto olho para todas aquelas pessoas dançando na pista de dança como se não houvesse o amanhã, o que me faz rir porque elas certamente vão se arrepender de terem bebido o tanto que beberam porque o amanhã existe e o corpo precisa se recuperar, mas enfim... presto atenção em coisas bobas como essa quando estou esperando por alguém e fico sozinha.... fazer o que né, é a vida.

Para a minha felicidade o contato do Kurt não demora muito para chegar, ele chega a ser simpático comigo até só que não demora muito para dar para mim o que eu quero. Ele me entrega um saquinho com Peiote, um cacto alucinógeno que se liga com os receptores de serotonina e isso dá uma sensação incrível! Além de levar qualquer um a uma viagem incrível. Pago para ele a quantia combinada e antes que qualquer um veja o que estamos fazendo coloco o saquinho dentro do bolso da minha calça. Tudo o que eu mais quero fazer agora é misturar um pouco desse Peiote com bebida e ver no que vai dar antes de ir para o quarto do hotel.

Estou literalmente me virando para descer as escadas para poder pegar algo para beber quando acabo trombando com uma mulher. Uma mulher muito bonita e com um tom de voz que me agrada muito e me deixa toda corada, o que é engraçado já que a música está alta e é um pouco complicado de entender o que ela fala, mas enfim, eu entendo e isso me deixa toda boba. 

Nunca dei muita bola para garotos ou garotas, sempre fiquei mais na minha e simplesmente aceito aquilo o que minha família fala, faço o que é preciso e ponto final, mas essa mulher... ela é tão linda! Sorrio toda boba, mexo no meu cabelo e limpo a garganta para poder falar. -  Incomodo? Incomodo nenhum! Vamos para o bar para pegar algo...- e é quando olho para as mãos dela. - Você já está bebendo... quer aproveitar e escolher o que eu vou beber ou vai deixar isso nas mãos do moço do bar? - e a cada palavra que pelos meus lábios o meu santo sotaque pesa. O sorriso ainda presente, a expressão fofa, os olhos buscando os dela... aquela coisa tonta que eu não sei muito bem explicar o que é.  




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Mensagem por Marissa Graham em Ter Jan 31, 2017 8:17 pm
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Tudo fica tão mais fácil quando o mundo simplesmente decide cooperar com as nossas vontades, não é mesmo? A primeira pessoa a me chamar atenção naquela boate enorme havia sido de cara alguém com quem eu esbarrei totalmente ao acaso e graças a toda a sorte que tenho no mundo era uma mulher linda. Eu já falei isso não é mesmo? Acho que estou me repetindo, porque ela é realmente muito linda e aquele sotaque... “Desculpa a pergunta, mas...” Comecei a falar e não consegui conter o impulso de pegar em sua mão. Me julguem, eu sou assim mesmo. Direta e reta como um foguete programado. Nossa que comentário péssimo. “Seu sotaque… você também não é daqui. Gosto de inglesas, fica mais fácil te achar depois.” Disse com um meio sorriso travesso no rosto. O sotaque inglês carregado foi bem fácil de reparar, o meu era escocês e hello, todo mundo percebia, só calha que como eu vivo na imprensa tive que fazer aquelas aulas de fonética pra deixar o sotaque quase nulo e mais... business like, então demorava um pouco para as pessoas notarem.
 
“Eu sou escocesa.” Comentei antes de puxá-la pela mão mesmo, para descermos as escadas. “E antes que você pense que estou ignorando o que disse... sim estou bebendo, mas não, quem vai escolher a sua bebida sou eu e não o Brian, mesmo que ele entenda de álcool muito mais do que eu.” Acabei rindo constatando o fato mais para mim mesma do que para ela. Andávamos lado a lado, ou melhor dizendo, eu na frente a puxando pela mão e ela ao meu encalço logo atrás. Era isso ou não conseguir passar pela multidão de pessoas até o bar. Quando nos aproximamos do balcão que estava abarrotado olhei para um dos seguranças que estavam ali parados e dei um tchauzinho com a mão. O homem que mais parecia um armário logo entendeu e pediu para algumas pessoas se afastarem. Liberou dois bancos que estavam por ali para nós duas e eu agradeci. Apontei um deles para minha acompanhante, indicando que se sentasse, enquanto eu me sentei no outro e apenas então percebi... “Não perguntei seu nome, que falta de educação a minha! Eu me chamo Marissa e você?”
 
 Esperei que me respondesse e arqueei as sobrancelhas “Nome diferente e interessante o seu... Gostei. Posso nomear minha próxima coleção com o seu nome talvez...” Pensei alto e então chamei Brian, fazendo com que todas as outras pessoas ali no balcão ficassem um tanto zangadas por ter cotado fila. Paciência, VIPs firts. Coloquei meu Cospomolitan no bar e olhei para a taça desistindo da bebida. “Derramei o conteúdo então perdeu a graça, me traz dois mojitos por favor B.” Pisquei para ele que sorriu em resposta dizendo que já traria nossas bebidas, levando a taça da bebida anterior consigo. Aproximei meu banco do dela, para que pudéssemos conversar. Digo, está mais para uma falar no ouvido da outra considerando que mal escutamos nossas próprias vozes. “Mas então, o que te trás aqui? Você não parece muito a vontade... você tem cara de quem talvez pegaria uma praia apenas pelo sol e se fosse uma praia tranquila, o que é o total oposto de uma boate lotada de gente e música estourando os ouvidos. Estou certa?” Me afastei e a olhei da cabeça aos pés, estava bem vestida, porém de calça, em pleno calor de Los Angeles. Mesmo que estivéssemos no inverno, lá parecia que nunca esfriava.
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Mensagem por River Vielmond em Qua Fev 01, 2017 9:15 am



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A verdade é a seguinte: Eu não sou uma pessoa que sabe lidar muito com outras pessoas e isso é comprovado pelo fato que eu sou uma médica legista! Não lido com crianças e pessoas vivas, eu lido com gente morta! Eu me divirto fingindo ter conversas com essas pessoas, me sinto bem sabendo que não corro o risco de matar ninguém porque eles já estão mortos e meu trabalho é achar aquilo o que os médicos nos andares mais a cima não conseguiram achar. Eu não sou muito tímida só que também não sou toda extrovertida, só não estou acostumada a ter pessoas chegando em mim como essa mulher chega e isso meio que me deixou um pouco impressionada a ponto de sorrir que nem uma idiota, olhar para ela com os olhos quase brilhando e deixando mais do que estampado na minha testa que de certa forma ela me chama a atenção.

Diferente dos outros adolescentes - na época que eu era adolescente - nunca tive namorados ou namoradas, nunca tive tempo e chance para desenvolver esse meu lado e isso nunca me afetou antes. Nem na faculdade passei por esse tipo de experiência, passei por outros momentos, momentos que acabaram me trazendo para essa boate encontrar um cara que vende Peiote para poder tornar minha noite mais divertida. Estou acostumada a ficar sozinha, nem mesmo minha irmã tem me visto ultimamente, nem com ela eu ando falando muito.

Enfim, quando a mulher com sotaque escocês fala comigo e pega na minha mão para poder me ajudar a descer a escada, eu sinto meu rosto ficar mais quente e um sorriso bobo corta meus lábios de ponta a ponta. - Então é o meu dia de sorte? - Digo sem saber exatamente o que dizer. Como eu disse, lidar com pessoas que estão vivas não é lá o meu forte. Não demoramos muito para passar pela multidão de pessoas para enfim chegar ao bar, onde a mulher rapidamente dá um jeito de nos arrumar dois lugares para sentar. É estranho como ela parece fazer tudo ficar fácil e rápido, mas quem sou eu para julgar ou falar algo? Pois é, ninguém. Me sento sem dizer nada, ainda sem saber ao certo o que falar e o que fazer; a mulher não demora muito para se apresentar e o sorriso bobo continua nos meus lábios quando eu me apresento.

- Me chamo River. - Digo em um tom bem tranquilo enquanto olho para Marissa, ela é muito bonita, os olhos claros, a pele que possui um brilho diferente, o tom de voz encantador... tudo nela é bonito. Ainda mais seus lábios que combinam com o tom claro de suas íris. Acabo rindo de leve quando a ouço dizer que talvez use meu nome para a próxima coleção dela e como uma adolescente eu acabo falando ao invés de ficar quieta. - Minha irmã se chama Lake, talvez o nome dela combine melhor! - e depois que percebo o que falei, rapidamente tento corrigir. - É brincadeira. Minha irmã se chama Adeline, um nome não muito diferente.... me desculpa, eu falo muito quando fico nervosa. - Acabo rindo um pouco sem graça, passando a mão pelos fios loiros enquanto olho rapidamente ao redor a tempo de ouvir Marissa pedir a bebida para nós duas.

Volto a olhar para ela quando me pergunta o que me trás aqui e neste momento a única coisa que eu consigo pensar é. Drogas. O que me trouxe aqui foram as drogas, as bebidas, o conforto de um hotel digno onde ninguém vai me incomodar e não vou correr o risco de ser pega por ninguém da minha família, principalmente minha irmã. Obviamente não posso responder isso, então por isso acabo mentindo. - Eu queria ver como é a vida noturna por esses lados. Não sou de sair muito, quis tentar me aventurar um pouco. - Digo de forma convincente. - Mas e você? O que te trás aqui? Você disse que tem uma coleção... você é estilista?


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Última edição por River Vielmond em Qua Fev 01, 2017 9:16 am, editado 1 vez(es) (Razão : ×)
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