Tabela
Convidado

I.
II.
III.
IV.
V.
O mundo bruxo parece entrar em um novo conflito. As coisas diferiam completamente do que acontecera nas guerras bruxas. Sim, o caos estava começando a se fazer presente outra vez, devido a uma profecia vivenciada por Hermione Jean Granger-Weasley e Harry Tiago Potter. Resta ao mundo conseguir manobrar os problemas e mais uma vez se tornar pacífico, o que parece ser extremamente dificultoso.
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Mensagem por Dante Strider Rolstroy em Qua Fev 08, 2017 5:11 pm


WALK THE LIVED

Folheei com pressa o livro que estava em minhas mãos, li ao ponto de quase me esbarrar com um grupo de adolescentes que sorriram e passaram por mim; o fato de estar numa rua que é considerada colorida demais, acabava fazendo com que me tornasse uma presa fácil. Com o ocorrido tive certo receio de acabar esbarrando com mais alguém e por esse motivo, adentrei em um bar. Eu já havia ido ali, mas foi a bom tempo.   – Não, não obrigado. Eu já estou com alguém. Menti, não queria ser incomodado naquele momento. E sinceramente, ser abordado por caras nessa idade não é tão divertido.  Ao invés de tomar uma bebida caminhei lentamente em direção ao banheiro. O espelho enorme me fez ter uma visão privilegiada de todo o meu aspecto físico.  As janelas escuras e o chão mais molenga do que o normal fizeram-me  dar três passos para trás, apoiar a cabeça na pia. Pensei ao longo de três minutos, tempo o suficiente para que um rapaz adentrasse no banheiro e me olhasse de cima a baixo, como se fosse me devorar, seus lábios se mordicavam e um pequeno gesto me fez acreditar que o mesmo queria me levar... Ignorei completamente a esse pedido, lavei o meu rosto e me retirei do banheiro. Era difícil até me lembrar do motivo para toda essa situação; Londres é a minha segunda casa e não importava o tempo que ficava ali, jamais conseguiria me livrar do passado. Isso se tornava cada vez mais irrelevante, meu aniversario já fora esquecido, trinta anos e nem comemorei, agradecer por estar ficando mais velho? Nunca irei bater palmas para isso.  Se ao menos meus pais me entendessem... Não entendo muito de expressões faciais, mas entendo perfeitamente os movimentos que o corpo faz quando se está carente. Tinha certeza absoluta de que os rapazes do bar me focavam de forma anormal. Se eu fechasse os olhos por 10 segundos seria engolido. 

É claro que em um momento como esse seria muito mais confortável ficar em um quarto comendo bife acebolado. Rapidamente, antes que eles pensassem em vir até mim, peguei o livro que estava lendo e abri numa parte qualquer e tentei ler e pensar em um sentido. Ler aquilo era ainda pior do que algo como romance, mas eu estava melhorando em sentido de gosto.  Mas não pude me aprofundar tanto no livro, pois o Barman veio até mim com uma bebida e eu até tentei recusar.   – Eu não pedi nenhuma bebida, meu caro. Demostrei um sorriso bondoso e ele secou as suas mãos num pano e respondeu já se virando. –— Foi aquele rapaz de laranja que pagou para você. Olhei em um modo disfarçado para o rapaz, mas foi meio que em vão já que o mesmo já estava caminhando em minha direção. Tomei um pequeno gole daquilo e percebi que a bebida era forte, no caso o jovem já estaria com a intenção de me deixar bêbado.  –– Oi, espero que esteja gostando da bebida. Forcei um sorriso e fechei a pagina do livro, colocando-o ao lado do copo.   – Está ótima, se bem que eu acho que esteja tentando me deixar bêbado. Essa bebida é uma das mais fortes desse bar.  Falei sem rodeios, já havia lidado com pessoas como o rapaz. –– Não, não... Só queria ser gentil. Prazer, Joseph. Ele ergueu a sua mão para me cumprimentar e eu correspondi, apertando a sua mão com certa força, mas o jovem usou o polegar para acariciar a parte lateral do meu dedo indicador.
- Dante...     ––Então Dante, vem sempre aqui?  Ele sem duvidas é o padrãozinho que sempre pergunta a mesma coisa. “Ah não, isso é uma das piores coisas para se perguntar”.  Ergui o meu olhar e forcei uma tosse para que pudesse ganhar mais tempo, mas não havia uma resposta que pudesse dar que não saísse de forma grosseira e não poderia ignorar a pergunta.



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Última edição por Dante Strider Rolstroy em Seg Fev 20, 2017 3:17 pm, editado 4 vez(es) (Razão : ×)
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Mensagem por Barton Walford Horsey em Qua Fev 08, 2017 7:47 pm
Got chased last night
Have you been drinking, son?
Era uma noite fresca e repleta de movimentos no Village. Muitas pessoas – a maioria era composta por indivíduos homossexuais – andavam pelas ruas dali – abraçadas, rindo ou fazendo algo do gênero. Barton estava agindo de maneira completamente diferente: sozinho e movendo-se ao bar onde pretendia passar a sua noite, para que, numa tentativa, conseguisse jogar seu charme em algum rapaz mais jovem. Sentia um tesão fora do normal em pegar pessoas mais novas, contudo, era bem diferente de gostar de adolescentes. Preferia rapazes com seus vinte anos pra cima. Na casa dos trinta era a idade perfeita para ser companheiro do Embaixador Intercontinental. Além disso, era dono da Walford’s Pills, uma empresa de farmacêuticos que estava espalhada por toda a Europa Ocidental. Era assumido em seus dois locais de trabalho, já que ocupava cargos altíssimos e ninguém poderia prejudicá-lo, pois era um ótimo funcionário/dono e fazia tudo que era necessário para melhorar seu empenho.

Vestia uma camisa xadrez – branco com vermelho – e calça jeans, além do cinto e da bota de couro. Um chapéu de cowboy cobria seus cabelos. Vestia-se de maneira exótica para chamar a atenção de algum rapaz, já que o bar onde frequentaria, estava cheio de novinhos ansiosos por algum tipo de caipira. Era seu disfarce, é claro, afinal, o homem era muito conhecido no mundo bruxo e trouxa, o que custava a sua vida privada – contudo, vivia viajando e disfarçando-se entre os indivíduos, aproveitando e sempre tendo a cabeça de algum rapaz entre as suas pernas – pagando algum boquete, é claro. Seus passos eram calmos e tranquilos, o olhar demonstrava um enorme desejo sexual, e não era à toa que costumava ser chamado de Cachorrão pelos mais íntimos. Era safado e um grande amante do sexo, além de fantasias eróticas interessantes e alguns fetiches.

Aproximou-se do local desejado e tirou o chapéu por alguns instantes, mas logo o colocou na cabeça novamente. Olhou ao redor, respirando profundamente. Quem eu vou comer?, pensou, sorrindo maliciosamente. Repentinamente, suas íris castanhas pararam em dois indivíduos. Um dos rapazes falava de maneira calma e tranquila – bem animada, enquanto o outro demonstrava estar meio que... Desconfortável. Agora é a hora do bote., a sua presa seria selecionada naquele momento. Um pouco de charme e, é claro, todo seu cavalheirismo auxiliariam Barton em sua conquista. Respirou profundamente e passou a língua entre os lábios. – Lá vamos nós. – Falou para si mesmo.

Seus pés começaram a se mover na direção do rapaz – que aparentava ser muito mais novo do que Barton – que parecia clamar por ajuda, contudo, nem uma boa alma sequer estava focando no diálogo entre a vítima e o caçador. Assim que parou ao lado da mesa, parou seu olhar – de maneira fria – no homem que estava dando em cima do menor. Pigarreou e forçou um sorriso. – Uh, bebidas? Ah, qual o seu nome? – Indagou de maneira rápida, sentando-se ao lado do menino que tinha uma expressão de “help me” no rosto. – Chega pra lá, amor. – Falou e deu uma risada baixa. – Espero que não esteja dando em cima do meu namorado. – Repentinamente, o tom de voz do mais velho era sombrio.

– Ele é só meu. – Deu um sorriso enorme e virou o rosto para o mais jovem que estava ao seu lado. Ele tinha cabelos curtos e escuros. Sua pele era delicadamente bronzeada. E o seu corpo... Ah, que delícia. Levou uma das mãos até a nuca do desconhecido – que com certeza nem deveria reclamar da situação, pois estava recebendo ajuda! – e puxou seu rosto para perto. Seus lábios tocaram os dele e um beijo intenso iniciou. Explorou cada canto de sua boca, a sua língua entrava em choque contra a dele, provava do sabor do menor e, após alguns segundos, afastou-se e depositou um selinho no mesmo. – Ele não está te incomodando, né, meu amor? – Tombou a cabeça para o lado direito, agindo como um cachorro sem dono.


Última edição por Barton Walford Horsey em Qua Fev 08, 2017 7:48 pm, editado 1 vez(es) (Razão : ×)
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Mensagem por Dante Strider Rolstroy em Qua Fev 08, 2017 9:22 pm


WALK THE LIVED

 — Eu N-... Mal comecei a falar e acabei sendo cortado por um rapaz que aparentava ser mais velho, porém, não menos gostoso. Eu realmente no momento estava preocupado com a situação, pois não sabia ao certo se o mais velho era o ex-namorado do jovem que possivelmente tem ciúmes e por isso acabara me metendo em algo ruim. Tive sorte, a única coisa que me deixou um tanto indignado fora o fato de ele ter me chamado de ‘amor’, a questão era; por quê? E para não fazer desfeita, dei um espaço para que ele se sentasse.   — Não, não ele somente me... Novamente fui interrompido com algumas palavras, mas não me liguei no momento já que os lábios do desconhecido tocaram os meus, foi como uma sinfonia de acordes, ele acabara de criar uma melodia ao me beijar.  Esboucelei harmonia com os olhos e um sorriso sem motivo nos lábios; eu não pude conter a minha própria ereção! Engoli saliva e acabei dando um pequeno engasgo.   — Continuando... Ele só me pagou uma bebida. E realmente só fez isso por gentileza, não é mesmo? Fitei o jovem com um olhar fuzilador, tentando ao máximo deixa-lo com medo.  

Demostrei um sorriso suave para o desconhecido e apoiei a minha mão na mesa, fiquei ao observar o clima entre os dois que estava um tanto esquisito e por esse motivo, não tive duvidas em expulsar o jovem dali.   — Como já falei, ele só foi gentil. Olhei para o mais velho e logo em seguida fitei o mais jovem.   — Agora se me der licença, preciso ter uma conversa séria com o meu... Fiquei com a boca entre aberta durante 2 segundos e completei a frase.   — Namorado. O rapaz concordou com a cabeça e sorriu timidamente até se retirar dali.  Respirei fundo, aliviando tudo de mal que estava guardado no meu corpo. E então percebi que o beijador ainda me olhava, cerrei meus olhos e ergui uma sobrancelha.    — Primeira coisa... Não olhe pra baixo.  E pelo visto as minhas palavras entraram no ouvido esquerdo e saíram no do direito, já que ele imediatamente olhou. E eu estava excitado, a forma em que a minha calça apertava não era tão normal, só que não poderia negar que aquele beijo me acendeu uma chama. Coloquei a mão dentro das calças e ajeitei para que não ficasse tão amostra; sim, fiz esse movimento com ele olhando tudo.   — Tudo bem, relaxa... Revirei os olhos e tentei continuar.   — Eu não vou agradecê-lo por ter me ajudado a se livrar do... E eu já tinha esquecido o nome dele.   — Do jovem. Fechei o meu punho e meu rosto ficou vermelho.   — Não vou brigar com você e muito menos ofendê-lo, só não faça isso de novo. Minhas mãos se ergueram e foram parar atrás da minha nuca, no mesmo local onde ele havia segurado.   — Realmente me confundiu com algum fácil por ai.  

Legenda; Parte mais importante.
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Mensagem por Barton Walford Horsey em Seg Fev 13, 2017 4:20 pm
Got chased last night
Have you been drinking, son?
A reação do outro era completamente divertida – desde suas palavras até seus gestos e expressões faciais, contudo, Barton acabou se contendo. O silêncio seria seu signo naquele momento, representando um texto transmitido através de maneira não-verbal. Bart riu calmamente ao escutá-lo e acabou fazendo o oposto: seus olhos escuros se abaixaram involuntariamente, analisando o volume do mesmo. A única coisa que impedia um contato mais detalhado era a calça jeans do menor. Ergueu a cabeça novamente e observou sua face, analisando-o atentamente. O mesmo “repreendia” o Embaixador Intercontinental um pouco, mas isso não o incomodou – bastava um pouco e Dante descobriria mais sobre o enorme moreno. – Eu ainda acho que merecia um agradecimento. – Comentou de maneira debochada, sorrindo de maneira travessa.

– E não, não confundi. – Bufou e levantou-se, sentando-se na cadeira que estava na frente do desconhecido – do lado oposto da mesa. – Vi sua cara de desespero e resolvi te ajudar. Então, sim... Eu mereço um agradecimento. – Falou de maneira debochada e deixou um sorrisinho sarcástico aparecer em sua face. – E se soubesse quem eu sou, provavelmente faria isso. – Falou num tom travesso e com uma leve pitada de ameaça. Um olhar taciturno apareceu em sua face, e após isso, começou a analisar aquele homem. Ele era gostoso demais – e além disso, aparentava ser mais novo que Barton, o que deixava as coisas mais excitantes. O ministerial adorava ter relações de dominação, onde ele era um tipo de mestre – afinal, era um fetiche que tinha e que poucos indivíduos conheciam.

– Enfim... Barton Walford Horsey. – Esticou a mão para cumprimentá-lo, deixando um olhar safado aparecer e um sorriso malicioso escapar por breves segundos. Sabia que, provavelmente, seu sobrenome o lembraria que ele era dono de uma enorme empresa de produtos farmacêuticos – e caso o menor fosse um bruxo, saberia que Bart era, também, Embaixador Intercontinental. – E o seu nome, meu caro namorado? – Riu, falando de maneira irônica, encarando-o, em seguida. Antes que ele pudesse ser rude, ergueu as duas mãos, como se estivesse se rendendo. – Hey, hey! Zoeirinha, ok? – Lançou uma piscadela e voltou ao normal.

– Então... Você deve estar com fome. – Afirmou e ergueu a mão direita, chamando um garçom que passava ali por perto. – Duas cocas. Sim, lata. – Pigarreou e parou por alguns instantes, pensando no que mais poderia pedir para o jovem. – Ah, e pode trazer uma porção de batata com queijo? Sim, ele bem derretido e por cima. – Sentiu seu estômago fazer um barulho só de imaginar a comida deliciosa adentrando sua boca. – É para você comer. – Deixou seu lado mandão sair, mas pouco se importou. Ele era assim e sempre seria – e estava decidido a ver até onde o garoto aceitaria suas ordens. – Se não fizer isso... Bom, talvez eu tenha que agir como o outro menino que estava aqui. – Encarou os seus olhos.

O garçom se afastou e Walford postou seu olhar no ser que estava do lado oposto. – Eu nunca o vi por aqui. E olha que amo esse lugar... É ótimo pra achar alguém que queira me ter entre as pernas... Adoro usar a boca e meu amiguinho de baixo... Se é que me entende. – Passou a língua entre os lábios e deu de ombros, encarando as íris do outro de maneira divertida. Barton era safado demais e deixava isso completamente exposto – principalmente naquele momento.
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Mensagem por Dante Strider Rolstroy em Seg Fev 13, 2017 7:06 pm


WALK THE LIVED

Fiquei sentado ali, escutando o que ele dizia sobre os agradecimentos que deveria receber; estava me sentindo mais uma cabeça do que um corpo, esse tipo de coisa, porque quando a gente ouve alguém falar, a gente se sente assim, não é? Uma cabeça. Um cérebro, e não um corpo. Mas eu estava ali, naquele lugar querendo usar mais o corpo do que a cabeça e sinceramente o meu olhar percorria toda a extensão dos lábios do moreno.   — Hmm, como eu poderia ter me livrado daquele rapaz sem a sua ajuda?  Falei para mim mesmo, colocando o dedo polegar e o indicador no queixo. — Ah sim, você foi o meu herói, como um simples rapaz como eu poderia te agradecer...  Fixei os meus olhos nele e verifiquei o seu traseiro quando se levantou e se sentou no lado contrário em que estava.  Não aconteceu nada no inicio. Um fluxo constante de gente entrava e olhava para mim, posteriormente para o mais velho; um ou dois soltaram muxoxos, mas o grande barato é que pelas expressões havia certo interesse em sexo.   — Talvez eu devesse retribuir o seu beijo. Dei uma pequena risada e girei o pescoço, dando uma pequena relaxada. — Podemos também ir para o banheiro e eu agradecer de quatro.  Revirei os olhos quando terminei de falar. — Não te devo nada. E sim, estava pedindo ajuda, mas não... Não pensei que precisaria agradecer por tal ato.  Deixei a minha língua passar entre os meus lábios e mordisquei os inferiores. — Interessante.  Acabei deixando escapar essa palavra quando ele falou o nome inteiro. Estiquei a minha mão para cumprimenta-lo. — Seu sobrenome... Lembra-me algo. Uma expressão duvidosa poderia ser vista em meu rosto e quando me dei conta já havia soltado a grande besteira.   — É parecido com ‘cavalo’. Um sorriso sarcástico percorreu os meus lábios e eu pude notar a grande besteira que realmente havia falado. — Brincadeira, só que falando sério. Quando vão dar desconto no preservativo? Perguntei fechando as expressões da minha face. — Aliás, ontem mesmo eu li sobre você no jornal.   Sussurrei e estiquei as pernas: A esquerda bateu no da direita dele. Olhei por debaixo da mesa e notei que o restante do corpo dele era simplesmente indispensável para morder, acariciar. — Estou morrendo de rir. Demostrei um sorriso falso  quando ele brincou com a palavra ‘namorado’.  Porém finalmente o tempo me concedeu alguns segundos para responder a pergunta feita.   — Dante Strider Rolstroy, mas pode me chamar de Dans. O apelido em si é esquisito, mas informava muita coisa sobre mim; eu uso frequentemente esse nome para as apresentações noturnas.  E como uso sempre máscaras e outros objetos, se tornava impossível de identificar-me.  Talvez fosse o meu dia de sorte, não é sempre que se encontra alguém tão rico e eu não iria perder a oportunidade de tirar um bom proveito da situação. 

— Gentil da sua parte. Mas não bebo coca. Ergui a sobrancelha esquerda, já que continuava a ser a única que conseguia erguer. Suspirei e expliquei o motivo. — Essa bebida me deixa com um desconforto nada bom no estomago.  Demostrei um sorriso encantador e continuei a sorrir até certo momento da conversa. — Você gosta de mandar, ui.   Entrelacei os meus dedos e os coloquei abaixo do meu queixo, um apoio totalmente confortável para completar a frase. — Ótimo, só vou provar mesmo por que me parece ser tão saudável.  Revirei os meus olhos e menti; o motivo só era o meu interesse de saber mais sobre a vida dele.   — Ele seria mais interessante do que eu?  Dei uma risada e apoiei a minha mão na mesa ao ouvir que Barton poderia dar encima do outro rapaz. — Acho que não, hein.  Permaneci quieto, não era divertido ficar confrontando-o e realmente perder essa oportunidade não estava escrito nos meus planos.   — Vim aqui poucas vezes.  Falei, antes de ficar coroado pela esplendida safadeza de Barton.   — Te entendo perfeitamente, só que você deveria tomar cuidado com as suas palavras. Ou quem sabe. Minhas ações podem acabar te deixando um tanto... Demostrei um sorriso fechado, meu olhar havia abaixado, mas depois minha boca se abriu e a palavra fora dita com total dicção. — Excitado. Fixei meus olhos nos dele e respirei fundo, desviei o olhar quando percebi a sua expressão safada. — Pois bem, irei te desafiar para uma coisa, pelo visto gosta de brincar e por isso vai ter que brincar comigo. Levantei-me um pouco, mas antes pegando uma batata um tanto grandinha e colocando-a diretamente na boca, isso demostrava um pouco do me talento de colocar coisas grandes na boca. Cheguei mais perto para que o meu rosto ficasse mais perto do dele.  Ergui a minha mão e usei o meu dedo indicador para que o seu rosto fosse virado, ele provavelmente acharia que no momento, rolaria um beijo, mas não era isso. — Te desafio a ir até o jovem de laranja que estava aqui... E, sei lá, beije-o.  Se fizer isso, pode me pedir qualquer coisa.  Como se aquilo não tivesse a menor importância. E obviamente não tinha agora eu percebo. Acho que para os safados beijar alguém não significa nada. Eles fazem isso o tempo todo.  Mas talvez ele fosse recusar o desafio ou não, já que oque está em jogo; sou eu fazendo qualquer coisa.


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Última edição por Dante Strider Rolstroy em Seg Fev 13, 2017 7:15 pm, editado 3 vez(es) (Razão : ×)
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Mensagem por Barton Walford Horsey em Dom Fev 19, 2017 3:40 pm
Got chased last night
Have you been drinking, son?
O jeito que o outro falava e analisava as coisas era completamente interessante. Apenas revirou os olhos com a comparação de seu sobrenome – e um animal, mas aquilo não o atingiu. Era rico e isso era o suficiente para suprir qualquer piadinha qualquer. – Sim, gosto de mandar, Dans. – Falou de maneira debochada e deu de ombros. Bart tinha um jeito dominador – na cama e na vida pessoal das pessoas, contudo, fazia de tudo para agradá-los. – E eu posso pedir um suco, mas quero que coma. – As palavras saíram de maneira séria. O Embaixador não estava brincando – muito pelo contrário. – Hm... Poucas vezes? Deveria vir com mais frequência. – Um sorriso travesso surgiu subitamente. Aproveitou e lançou uma piscadela para ele, rindo calmamente. – Ah, vocês são tão inocentes e jovens. Afirmo que não sabem de nada. – Deu de ombros e pousou as duas mãos em suas pernas. – Mais interessante que você? Creio que não, contudo, talvez fosse o suficiente para brincar com a cabeça de baixo. – Passou a língua entre os lábios, provocando-o.

Ergueu uma das sobrancelhas ao escutá-lo. Riu, deixando um olhar taciturno pousar sobre o mesmo. – Excitado, é? Hm... Gostei de ouvir isso. – Observou-o atentamente. Ficou um pouco curioso ao processar suas palavras. – Adoro desafios. – Articulou, expondo um pouco de sua animação com toda a situação na qual estava inserido. As coisas ficariam interessantes e podia sentir isso. – Ops, gostei. – Um sorriso travesso apareceu em seus lábios ao escutar a proposta realizada. – Pela primeira vez na vida, vai poder usar um preservativo da minha empresa sem ter que pagar. – Sorriu maliciosamente e levantou-se, ficando de costas para Dante.

Seus olhos deslizaram por todo o ambiente, procurando o rapaz de camisa laranja. Não foi uma coisa difícil – muito pelo contrário. A vestimenta superior acabava se destacando e chamava a atenção de algumas pessoas dentro do local de eventos. – Achei. – Murmurou de maneira safada e caminhou lentamente na direção dele. Quando ficou muito próximo, pigarreou, chamando sua atenção. – Hey, eu e meu namorado queremos algo. – Um brilho lascivo apareceu nos olhos de Barton. O maior apoiou a mão no peitoral do outro e deslizou para a borda de sua calça. – Um ménage, talvez? – Içou a sobrancelha esquerda, observando-o ficar um pouco tenso. Repentinamente, apoiou as duas mãos ao redor das bochechas dele. – Mas antes tenho que verificar algo. Meu namorado que pede. – Deu de ombros.

Seu rosto se aproximou da face do outro e um beijo foi depositado nos lábios do mesmo. Sua língua invadiu a boca do rapaz, cuja camisa era laranja, e suas mãos desceram até a cintura dele, puxando-o para mais perto. Alguns olhares pousaram em ambos, mas isso não intimidou o Embaixador. Afastou-se após alguns segundos e deixou uma risadinha baixa e travessa sair de seus lábios. – Topa? – Perguntou de maneira safada e depositou outro selinho. O desconhecido mexeu a cabeça rapidamente, totalmente abobado perante tal situação. – Ok. Espere ali. – Apontou para o balcão de bebidas. – Vou buscar meu parceiro e já volto. – Lançou uma piscadela.

Virou-se de costas e caminhou até a mesa. Antes que Dante pudesse dizer qualquer coisa, puxou-o por um dos braços – cuidadosamente – e saiu do recinto rapidamente. Acelerou os passos e adentrou um beco sem saída e totalmente obscuro. – Meu carro está a uma pequena distância daqui. Você me propôs o desafio, e vai ter que cumprir o que prometeu... O que eu quiser. – Sorriu de maneira sacana e riu. – Quer ir para a minha casa? Primeiro podemos foder e depois comer alguma coisa decente. – Propôs.
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Mensagem por Dante Strider Rolstroy em Dom Fev 19, 2017 6:01 pm


WALK THE LIVED

Por um instante fiquei pensando se a mãe e o pai dele sabiam dos fetiches que ele tem sobre as coisas e tal. Porque eu gostei do jeito do embaixador, acabou me fazendo acreditar que nunca mais precisaria trabalhar para sustentar o vicio em roupa. — Quero gravar um vídeo.   Eu disse num tom irônico. E depois olhei para Barton. — Finalmente um bom desconto já que você vai se divertir fazendo isso. Quase berrei enquanto ele caminhava em direção ao garoto. — Ele ainda vai ser meu. Mordisquei meus lábios quando percebi que ele já havia achado o garoto.  Sei que as pessoas dizem que nunca sabem quando estão sentindo ciúme e/ou desmente falando que não sente. Mesmo fechando os olhos ainda consigo ver a ação dele beijando o rapaz de laranja. —Ah meu, sério que isso ta acontecendo. Vi minha expressão pelo espelho que estava atrás do bar; foi fantástico!  Quando me dei conta que estava com raiva da situação que eu mesmo havia provocado; Barton voltava do seu beijão e eu não iria conseguir falar, mas quando chego perto me puxou pelo braço e me levou até um beco perto dali. — É mais corajoso do que pensei que fosse. Ri e encostei a mão no peitoral dele, logo após isso desci até a sua calça, mais precipuamente no membro dele e apertei firmemente. — Claro que aceito. Provoquei ele e me retirei dali; Barton foi até o garoto enquanto eu me dirija até o carro.

OFF: Dante e Barton se retiraram dali
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