Tabela
Convidado

I.
II.
III.
IV.
V.
O mundo bruxo parece entrar em um novo conflito. As coisas diferiam completamente do que acontecera nas guerras bruxas. Sim, o caos estava começando a se fazer presente outra vez, devido a uma profecia vivenciada por Hermione Jean Granger-Weasley e Harry Tiago Potter. Resta ao mundo conseguir manobrar os problemas e mais uma vez se tornar pacífico, o que parece ser extremamente dificultoso.
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Mensagem por Lola Vengeance D'Laville em Dom Out 30, 2016 2:20 pm


Plataforma


Após afastar-se momentaneamente de Erik para auxiliar os alunos, Lola acabou percebendo que não derá as devidas explicações para o marido. Com toda a correria e caos instaurados na plataforma esquecerá até mesmo de recolocar o capuz da capa de chuva amarelada. Molhou os cabelos, guiando os últimos alunos para dentro do vagão. Deparou-se com Erik a sua procura, preocupado com o sumiço. Espirrou três vezes, em consequência da chuva e da vergonha. As bochechas coraram, e os olhos ficaram semicerrados. – Me desculpe! Eu fiquei tão preocupada com os alunos que acabei esquecendo-me de te avisar que iria ajuda-los! – Disse tranquilamente, tentando esconder em sua voz a culpa que sentia em tê-lo deixado daquela maneira. Virou os calcanhares e abraçou-o forte, assim que subiram os primeiros degraus da escada. – Isso é a compensação por tê-lo preocupado. E isso é por você ser tão maravilhoso. – Beijou lhe a testa, e em seguida os lábios.

Dirigiram-se ao vagão de professores, que já se encontrava lotado. Contou-os mentalmente, observando que não faltava ninguém. Apertou a mão de cada docente, tendo uma conversa rápida com cada um. Pediu que se acomodassem devidamente, enquanto tomaria a liberdade de avisar na locomotiva principal que o trem poderia finalmente partir. Andou vagarosamente até o local. Sem mais delongas deu o aviso necessário, e retornou a cabine. Assentou-se ao lado de Erik, repousando a cabeça em seu ombro esquerdo. Fechara momentaneamente os olhos quando o estrondo sobressaltou-a. Barulho este que fora seguido de uma luminosidade incomum. Rapidamente os professores próximos à porta foram checar as condições do trem. Lola esperou que retornassem, de maneira um tanto quanto aflita no corredor. Logo que chegaram, foi informada que tudo estava na mais perfeita ordem. Desde os indicativos da locomotiva, até o funcionário responsável.

A suas costas, percebeu que os alunos não possuíam a mesma paciência. Alguns proferiam feitiços de proteção, querendo se safar de qualquer perigo a todo custo. A diretora resgatou sua varinha das vestes e direcionou-a para as próprias cordas vocais. Far-se-ia presente em todo o trem, utilizando apenas o simples feitiço. – Sonorus! – E sua voz foi então magicamente ampliada. Todas as extremidades conseguiria escutar seu pronunciamento. – Acalmem-se!  Finite Incantatem. Nada vai acontecer. – E simplesmente assim, os alunos pareceram acalmar os ânimos. Apesar de muito inteligentes, às vezes os jovem precisam apenas de um adulto para guia-los e ensina-los a pensar antes de agir. Exausta e preocupada, assentou-se. Fechou seus olhos, e repousou seu queixo sobre as duas mãos. Pensando nas probabilidades, precisava de silêncio. Contudo isso era quase impossível. Focada nos objetivos, tentou ao máximo desvendar o mistérios. O clarão não fora obra da natureza, claramente.

Contou até dez, respirou fundo, e abriu novamente os olhos. O vagão já atingia uma velocidade absurda. Estava cada vez mais certa de suas constatações. Levantou-se e sem dizer nada pretendia observar a locomotiva principal. Seu corpo paralisou de imediato, quando outro raio atingiu a locomotiva e quase despejou uma grande descarga elétrica em si. Esperou alguns segundos até finalmente colocar as mãos sobre a maçaneta da porta. Sua mão foi repelida vigorosamente, demonstrando que estavam presos na cabine. – Merda! – Bradou, enquanto fazia movimentos repetitivos com o braço para acabar com o mal estar causado pelo choque sofrido. – Erik, nós precisamos ajudar os alunos. Essa velocidade não está normal, assim como esses raios não são naturais, e eu não quero que nada aconteça ao nosso filho, seus amigos e cada criança dentro deste trem. Elas são minha responsabilidade, e eu nunca me perdoarei caso alguém se machuque! – Sibilou para o marido, na intenção de esconder dos professores a aflição em seu olhar materno e cauteloso. Imaginando que o caos novamente havia se instaurado, desejou que não fizesse besteiras. – Crianças não façam nada de estupido, como um Bombarda, por exemplo! Vamos sair daqui... Finite Incantatem. Alohomorra.
 


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Mensagem por Curtis Bonham Störmberg em Dom Out 30, 2016 2:58 pm




just a shot in the dark




A brisa matutina seguia seu rumo sorrateiramente, enquanto descabelava aos poucos os cabelos de Curtis. O homem sequer se importava com o fato, pois os afazeres diários encontravam-se demasiadamente atrasados. Ao caminhar pelas vielas de Londres, permeava seus devaneios mais profundos, sem perceber que o tempo escapava das mãos em uma rapidez estrondosa. Mirou o céu azulado e pode então perceber que as grandes nuvens estavam se desfazendo, como pedaços de algodão doce quando derretem na boca de uma ingênua criança. Virou o olhar para as árvores ao seu redor, mirando as gotículas de orvalho que iam aos poucos evaporando, deixando apenas o rastro do que haviam sido. A única cousa que permanecia, da exata forma que nas demais manhãs, era o seu espírito confuso e arrogante. Precisava desabafar, ou melhor ainda, descontar suas frustrações em alguém que realmente merecesse. Foi então que recebeu uma surpresa animadora, e um tanto quanto perigosa. John, o patriarca da família Bonham Störmberg, o convocara as pressas para uma simplória reunião administrativa durante o período da tarde. Curtis aceitou de bom grado encontra-lo, sabendo dessa maneira que apareceria com um excelente humor em seu encontro com a irmã.

Após ultrapassar algumas quadras, finalmente chegara ao local desejado. O homem pensou então em presenteá-la com os utensílios de bolso que definissem melhor seu humor ácido. Aproximou-se do balcão de madeira maciça, enquanto dedilhava alguns conjuntos de canivetes. O atendente, de barba rala e cabelos grisalhos, parecia cansado e sem espontaneidade. Caso não tivesse enorme pressa teria escolhido outra loja, mais apresentável e bem frequentada. Suspirou debochado, e por alguns momento necessários evitou qualquer contato visual ou conversa paralela. Escolheria o síncrono que aparentasse mais elegância e funcionalidade, visto sua especialidade no assunto. Vislumbrou alguns com suporte de madeira, e outros de aço. Acabou por escolher o clássico em madeira talhada, com oito facas em uma, desde a menor para o dia-a-dia, até a maior para cortes de churrasco e peixes de porte grande. Testou os provadores de todas as laminas, constatando serem de fácil utilização, e também muito leves. Falou o mínimo com o dono da loja. Embrulhou o presente, pagou, e saiu.

Após um almoço quieto e sem emoção, como todos os almoços em família, Curtis subiu para seus aposentos ignorando os protestos dos que permaneciam a mesa. Despejou sobre a cama alguns dos ternos mais novos que adquirira, procurando o ideal para a ocasião. Após alguns minutos de indecisão, optou por um terno preto de alta costura do conhecido alfaiate londrino Desmond Merrion. Alinhou-o em um cabide, colocando sobre a cama, e para completar a vestimenta separou seu melhor sapato Salvatore Ferragamo de camurça. Sem mais delongas despiu-se a porta do banheiro, adentrando a banheira recém prepara por alguma das governantas. Assim que a espuma morna tocou sua pele, sentiu sua pele relaxar. Submergiu o corpo vagarosamente, deixando apenas o rosto para fora da água. Massageando as têmporas, fechou os olhos por mínimos momentos. Cada dia uma discussão diferente se formava em meio àquela família, e Curtis sempre se transformava no centro das mesmas. O seu grande e verdadeiro erro? Ter sido gerado por uma mulher nascida trouxa. Após lavar-se, e conseguir esquecer o almoço, pode sair da banheira. Resgatou sua toalha do boxe embaçado, e após secar toda extensão do corpo envolveu-a na cintura. Pegou outra para os cabelos, e saiu daquele cômodo.

Vestiu-se rapidamente, deixando a gravata por ultimo. Mirando seu reflexo no espelho, fez um nó clássico, que não demorou muito devido à prática, e penteou os cabelos de maneira descontraída. Encontrava-se ligeiramente mais apresentável do que em seus dias de trabalho, com o bônus da pequena descontração expressa em seu semblante jovial. Finalizou os últimos pormenores, colocou o presente de Jes em uma das mãos, e dirigiu-se ao escritório do pai, localizado dois andares abaixo. Aos passos largos e despreocupados o homem caminhava de encontro a sua próxima decepção familiar. Já bem próximo à porta, Curtis começou a escutar sussurros de duas pessoas aparentemente conhecidas. A primeira voz sem duvida pertencia ao seu pai, e a segunda parecia bastante com o agenciador financeiro da família, um mero primo distante. Ambos tentavam fazer o maior silencio possível dentro da sala, o que acabou por intriga-lo. Sem quaisquer movimentos bruscos que pudessem denunciar sua posição favorável, o homem aproximou seu ouvido direito da porta. “Eles não podem ser herdeiros de toda minha fortuna, Yosen. Não passam de mestiços! Jes até tem suas habilidades, mas e Curtis? Tenho que casar-me novamente com alguém de classe pura bruxa, e que tenha renome para carregar o nome desta família”.

Com os olhos sobressaltados, fechou suas mãos em punho. Aquele verme asqueroso queria ferra-lo grandemente. Depois de todo esforço para tornar-se um grande bruxo, e ser alguém como seu “honrado” pai fora, nada parecia fazer-lhe sentido. Esmurrou a porta com toda sua força, dando as costas antes que pudesse ser silenciado por tudo que ouvira. Praticamente sem rumo, aparatou em um bar já conhecido, entrando vigorosamente por entre as portinholas. Ninguém o julgaria, todos naquele muquifo possuíam uma história diferente, e estavam ali para esquecer-se da mesma. A atendente, já conhecida, aproximou-se do homem segurando em seu colarinho. – Não Carrie, eu sou casado e você sabe disso... Não estou com paciência para suas inúmeras investidas sem cabimento. Como alguém como eu, poderia querê-la. Você até pode ser bonita, mas é o que, além disso? – Sibilou de forma desdenhosa para a garota, que aos prantos se retirou até os fundos do bar. Nada o tocava. Aquele choro não lhe convencia, e nem mesmo o deixava com qualquer remorso. Arrogante e enfezado, tamborilou sobre o balcão querendo ser logo atendido. – Querem ver esta espelunca fechada? Caso queiram continuar em pleno funcionamento, sugiro que venham me atender sem demora! A proposito, Martini duplo. 

Tal bebedeira se estendeu por alguns minutos. Curtis continuava apresentável, mas sua gravata já estava frouxa, e seus olhos um tanto adormecidos pela quantidade de álcool no organismo. Olhou para o seu lado, e percebeu que o presente de Jes jazia em um banco. Segundo seu relógio de pulso encontrava-se demasiadamente atrasado. Ela o enforcaria, senão faria algo bem pior. Bebeu uma garrafa inteira de água, colocou duas gomas de mascar sabor hortelã dentro da boca e começou a mastiga-las com pressa. Sua gravata ficaria daquela maneira, pois sua coordenação motora para rearranja-la não era suficiente. – Vocês poderiam tomar algumas providencias quanto ao estabelecimento de vocês... Um banheiro com o mínimo de decência e um espelho com lavabo seria o começo. – Pagou sua conta, segurou o presente, e aparatou no local combinado

O bairro era aconchegante, com certeza uma ótima escolha de moradia. Antes de adentrar o recinto, três vassouras, fez checagem de seu hálito, e nem de longe aparentava o cheiro dos martinis que tomara há uma hora atrás. Aquela espera não deveria se estender. Colocou o presente a sua frente, e deu três leves toques na porta antes de entrar. Logo avistou Jesamine com algumas pessoas ao seu encalço. Caso não soubesse da provável decepção da irmã quanto ao seu atraso faria uma de suas corriqueiras gozações. Colocou-se ao lado da mesma, forçando um sorriso aberto e convidativo. – Hey Jess... Boa noite lindas senhoritas, colegas da Jes! Gostaria de apresentar-me. Sou Curtis Bonham Störmberg, muito prazer. – Disse cordial, segurando a mão de cada dama de forma individual, depositou um beijo em sinal de falso cavalheirismo. Deveria compensar o atraso. – Vocês, por um acaso poderiam nos dar licença? Preciso entregar o meu pequeno mimo para a minha irmã e conversar... E perdoem-me a interrupção. Tenho certeza que esta conversa estava interessante antes da minha chegada abrupta. Mil desculpas! - Sibilou na tentativa de soar sincero, enquanto as analisava. 




Curtis Bonham Störmberg
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Mensagem por Merle Crawford em Dom Out 30, 2016 4:32 pm

TAKE THE MAGIC HEARTS
to Hogwarts
A chuva não apresentava tréguas momentâneas. Merle, que ainda segurava o guarda-chuva sobre a cabeça da senhora desconhecida, não pode deixar de reparar na bolsa de contas que a mulher segurava entre os dedos com tamanha força. Após alguns instantes, finalmente ouviu sua rouca voz dizendo palavras reconfortantes. O garoto suspirou aliviado, imaginando como deveriam ter sido os anos da idosa em Hogwarts. Provavelmente memoráveis, visto que a mesma se dispunha a deixar sua casa em um dia chuvoso apenas para vivenciar certa nostalgia. Sorriu, imaginando-se em sua velhice. As imagens vieram claras e extrovertidas. Um homem já de bengala corria por toda a extensão da plataforma colocando bombinhas de fedor nas mochilas dos primeiranistas. Cômico, no mínimo. Dispersou os pensamentos, retornando ao tempo presente e sua tempestade demoníaca. – É possível ter nostalgia com algo que ainda nem aconteceu? 

Segurou o cachecol vermelho e amarelo com a mão direita, sorrindo de orelha a orelha. Apesar de ser um aluno encrenqueiro, Merle adorava a sua casa. – Sim, grifinória. E aposto que a senhora era dessa casa também! – Comentou sem muitas pretensões com a verdadeira resposta, mas buscando em seu subconsciente de onde a conhecia. Suas feições não eram feições comuns. – Fico feliz, eu acho. Espero que seu pai tenha sido um cara bem apessoado, como eu! – Disse com o semblante convencido, enquanto alisava os cabelos bagunçados. Nunca fora comparado com o pai de alguém, e apesar de soar estranho aos seus ouvidos sentiu que estava sendo elogiado. Voltou a vislumbrar o pedaço de pano, costurado a mão, envolto em seu pescoço com algum desleixo singular. – Concordo. Essas cores combinam com meus olhos. – Brincou.

Prestes a perguntar o nome da senhora, Merle levou o susto. Em poucos segundos a mulher foi capaz de resgatar um livro de dentro da bolsa de contas, entregar-lhe com todo carinho e desaparecer como a fumaça que o trem expelia. – Obrigado, a você e a sua mãe. Runas... Fascinante! – Bradou para o vento em misto de agradecimento e ironia. Como a chuva parecia retroceder, o grifino deixou o guarda-chuva onde havia o encontrado mais cedo, deparando-se com a amiga mais escandalosa do mundo no caminho.  – Dotty, até a China te ouviu. Sabe aqueles tiozinhos meditando no alto da Muralha da China? Eles também conseguiram te escutar. – Sibilou com ar de gozação, enquanto segurava a amiga pelos ombros e a arrastava para dentro do vagão. Caminharam pelos corredores, até adentrarem a cabine de número cinco, onde Viktor acariciava os cabelos de Ocean, que parecia ter apagado antes da viagem começar.

– Sem pegações no meu vagão. Você é monitor hein Viktor! – Praguejou com o tom de seriedade mais falso que algum dia fizera, começando a rir logo a seguir. Retirava o casaco, visto que dentro das cabines não fazia frio algum, quando certo trovão atingiu a locomotiva. Não era um raio como os outros. O clarão fora absurdamente cegante, obrigando Merle a colocar suas vestes sobre o rosto tamanho o desconforto. Caso alguém tivesse sido atingido, com toda certeza se tornara churrasquinho de domingo. Aos poucos os alunos pareciam entrar em desespero. O choro incontido dos primeiranistas podia ser ouvido da cabine dos professores, o que não era muito perto. O abre de portas se iniciou. Todos empunharam suas varinhas e se dirigiram até o corredor. Merle fez o mesmo, porém não lançou feitiços sem analisar devidamente a situação. – Isso é mesmo necessário? Nós nem sabemos o que aconteceu. – Disse quase que para si mesmo.

Logo a voz da razão ecoou, pedindo a todos calma. Diretora Lola tentou ser o mais delicada, confiante e estrategista o possível. Qual seria o sentindo dos feitiços? A fúria da natureza não fora contida por todos os ministeriais presentes, porque seria contida por aqueles alunos inexperientes? Merle voltou para dentro da cabine, deixando seu corpo cair sobre as poltronas. Fechou os olhos por alguns minutos tentando adormecer, ao exemplo de Ocean. Seus pés começaram então a vibrar junto com o chão, e sua cabeça parecia estar sendo carregada para outra dimensão com extrema força e agilidade. Os vagões tomavam uma velocidade absurda, e o garoto pode ter certeza disso quando avistou Hogsmeade ao longe no horizonte frontal. Impossível... Foi o que pensou quando seus olhos esbugalharam e sua respiração começou a acelerar contra o peito. Os trilhos fervilhavam e faziam um barulho ensurdecedor. O relógio tiquetaqueava avisando que algo de trágico aconteceria. O grifino pegou sua varinha e lançou o feitiço. – Aresto Momentum.
Merle Crawford
Grifinória
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