Tabela
Convidado

I.
II.
III.
IV.
V.
O mundo bruxo parece entrar em um novo conflito. As coisas diferiam completamente do que acontecera nas guerras bruxas. Sim, o caos estava começando a se fazer presente outra vez, devido a uma profecia vivenciada por Hermione Jean Granger-Weasley e Harry Tiago Potter. Resta ao mundo conseguir manobrar os problemas e mais uma vez se tornar pacífico, o que parece ser extremamente dificultoso.
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Mensagem por Anthony D. Shreave em Dom Dez 18, 2016 7:20 pm


Paris, l'amour


Sim, a minha vida parecia perfeita. E de fato a maioria do tempo era. Porém, ultimamente não tinha tempo o suficiente com meu marido. Alef sempre estava ocupado com os trabalhos do Ministério, e quando não estava sua folga batia com o meu horário de fazer as matérias finais para o profeta diário. Ou seja, a incompatibilidade de horários nos privava de momentos mais particulares e românticos. Isso não podia continuar. Eu o amava, e sentia sua falta tremendamente. Dormis no gelado do travesseiro sem ter quem abraçar começava a me incomodar, e eu não deixaria isso quieto. Decidi pedir uma tarde de folgas para a Editora, que me devia alguns favores e não recusaria, e então enviei uma coruja para Alef, pedindo que fizesse o mesmo. Afinal, o ministério era composto por boa parte de sua família, e os chefes não seriam malucos de negar um pedido de um Malkovich.
Arrumei a melhor roupa possível, pois nunca fui daquelas pessoas que vestem qualquer coisa. A moda sempre foi o meu braço direito, e não seria agora que mudaria. Foi assim que Alef me conheceu, e foi por esse homem extravagante, decidido e atrevido por quem o Obliviador havia se apaixonado. Sorri ao observar o meu reflexo magnifico e elegante, imaginando as cousas que faríamos mais tarde. Àquele seria o ponta pé inicial para nossa nova fase. Uma fase mais responsável, porém mais amante. Uma fase em que retomaríamos as ideias sobre adoção. Terminei de ajeitar minha gravata, e calcei os sapatos. Eu conseguia considerar aquela ocasião como um encontro, que Alef me devia devido sua distancia causada pelo trabalho. Nunca imaginei que odiaria tanto o trabalho de meu marido. O salário era incrível, mas a carga horária me deixava extremamente irritado. Será que eles não sabem que um bruxo precisa de diversão?
Sai de casa, aparatando em um restaurante chique. Paris é uma de nossas cidades prediletas. Romântica, com restaurantes finos, e uma visão esplendida para a Torre Eiffel. Ah, Paris... A cidade do amor. Cheguei ao restaurante, pedindo a mesa reservada com visão para a Torre. Alef logo me encontraria, caso contrário levaria uma bronca daquelas. Ele conhece bem o meu humor quanto estou chateado para querer dar um bolo desses. Levantei a mão, esperando que o garçom me atendesse. Assim que o homem de porte magro e cabelos pretos lambidos se aproximou, pedi o vinho mais caro da casa. – O vinho mais caro, por favor! A ocasião pede por um pouco de luxo. – Disse com um meio sorriso, observando o meu relógio de pulso. Okay, deuses gays, não me deixem ficar ansioso, ou nervoso, ou levar um bolo. Meu subconsciente quase enjoava com a ausência de Alef, quando finalmente o homem entrou no restaurante. Levantei para que o mesmo pudesse me ver, e acenei quando seus olhos pousaram em mim. – Ainda bem que você veio. – Sussurrei em seu ouvido enquanto o abraçava, e apertava levemente sua nádega esquerda. Depositei um beijo em seu pescoço, e logo puxei seus lábios para acabar com a saudade. Parando no momento exato que o garçom retornou com o vinho, puxei a cadeira para que Alef pudesse se assentar. – Você está delicioso, como sempre! 
 


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Última edição por Anthony D. Shreave em Dom Dez 18, 2016 7:22 pm, editado 1 vez(es) (Razão : ×)
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Mensagem por Alef Malkovich em Seg Dez 19, 2016 8:15 pm

happy ever after
are those fairy tales full of shit?
Era verdade que a minha vida estava um tanto - um muito - mais corrida que o normal. Me sentia desconfortável, porque eu quase não conseguia ficar perto de Anthony. Nossa vida não estava sendo a mesma fazia algum tempo, não conversávamos tanto, de noite eu geralmente chegava e caía na cama, isso quando eu conseguia dormir em casa. Assim que cheguei no trabalho naquele dia recebi uma coruja de Anthony, e sequer precisei abrir a carta para saber que era dele. Apenas pelo cheiro dela era fácil de saber, e seu conteúdo seria facilmente resolvido. Sorri e fui até a sala de Ádamo, batendo nela e abrindo uma fresta. - Ád, vou tirar uma folga hoje, tudo bem? Pra ver o Anthony. - Assim que foi dada a permissão para mim, pisquei para ele e fui até o Saguão do Ministério, entrando em uma das lareiras da rede de Flú, assim indo para uma loja mofada em Paris. A cidade favorita nossa, tinha um ar agradável demais para mim, e isso significava que nosso romance chegaria a outro nível naquele dia. Tal ideia me deixava animado nos mais diversos sentidos possíveis da palavra.

Passei em uma joalheria antes de ir ao restaurante, e por lá comprei um pequeno pingente com um rubi pendurado. Guardei dentro de uma pequena caixa com duas letras "A" em letras maiúsculas estampadas. Assim fiz meu caminho para o restaurante, guardando o presente dentro de um dos bolsos do sobretudo marrom que eu usava por cima do terno que combinava perfeitamente. Virei os olhos pelo lugar para encontrar meu amado, o que não foi difícil, mesmo antes dele se levantar. Fiquei parado por um pequeno segundo mirando ele, analisando sua beleza enquanto girava a aliança em meu dedo. Não poderia ter escolhido alguém melhor para passar a vida inteira, era isso que eu tinha certeza absoluta. Me dirigi até ele, envolvendo seu corpo em meus braços. - Achou mesmo que eu ia te dar o bolo, querido? - Cruzei os braços e franzi o cenho enquanto questionava ele de forma cômica.

Logo voltei a me aproximar beijando seus lábios lentamente em uma paixão que há muito estava distante. Logo o garçom chegou com uma garrafa de vinho, e assim me sentei na mesa e deixei minha maleta do lado da cadeira, no chão. - Eu não preciso falar de você. Está sempre maravilhoso e me tirando o ar. - Elogiei, sorrindo enquanto olhava para ele. Peguei a garrafa de vinho e olhei para os lados antes de sacar a varinha e tocar na boca dela, abrindo. - Aqui. - Servi as taças para nós e brindei com ele, dando um pequeno gole. - Estávamos precisando sair como um casal de novo. - Comentei, esticando a mão sobre a mesa para pegar a dele em um belo sorriso. - Ah, eu trouxe algo pra você, mas só vou te dar depois. - Instiguei, dando uma piscadela antes de chamar o garçom outra vez. - Eu te amo. - Sussurrei para ele, meus olhos fixos em seus olhos de cores diferentes e encantadores. Passei meus dedos entre os fios do meu próprio cabelo, sentindo o rosto corar levemente, como se fosse um encontro de recém encontrados.
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Mensagem por Anthony D. Shreave em Qua Jan 11, 2017 8:40 pm


Paris, l'amour


Impossível não rir com as gracinhas proferidas por meu adorável marido. Em pensar que um dia aquele homem lindo, cheio de atitudes românticas, fora um extremo babaca arrogante comigo. Nossa, retirei essas lembranças do fundo do poço, e graças ao bom Senhor que consegui reverter à situação naquela época com muito bom humor e jogo de cintura.  Costumo dizer que me apaixonei a segunda vista, porque de primeira apenas o achei bonito, nada demais. Hoje sei que não foi apenas isso que consegui observar naqueles olhos quando os vi no casamento de Ádamo.  – Claro que não amor, eu conheço bem o seu costume de chegar atrasado. Mas confesso, não conseguiria esperar alguns minutos para te ver, meu coração estava acelerado demais para o meu gosto. – Disse, repousando a mão do homem a minha frente, sobre o lado esquerdo de meu peitoral coberto. Digamos que preferiria colocar aquela mão ligeiramente gelada debaixo da camisa, mas o local não era apropriado para meus hábitos atirados e pervertidos. – Diga ao seu irmão que vou mata-lo por não ter te liberado mais cedo... E sim, não precisa defende-lo, sei que ele deve ter te dado um trabalhão hoje!
Recebi seu beijo com muita vontade, tentando conter por onde minhas mãos passeavam. Sério, desisto, da próxima vez eu mesmo preparo um jantar. Quis ser um marido romântico, mas agora preciso me conter para não perder a compostura que a minha carência vem causando. Cada toque que recebo ou que deposito no corpo de Alef, descarrega adrenalina e excitação por todo o meu ser de maneira estrondosa e rápida demais. Sinto que aquelas roupas não estão encaixadas no melhor momento, e os nossos corpos ainda permanecem mais distante do que eu gostaria. Então, aproximo minha cadeira e coloco minhas mãos sobre as coxas de meu marido. Bem torneadas, provavelmente por andar para cima e para baixo naquele Ministério da Magia. Só de imaginar já me sinto exausto, e por sorte no Profeta não preciso fazer muito esforço físico. Malhar já me deixa gostoso o suficiente. – Amor, cuidado! Não podemos ser pegos usando magia... Mas não vou mentir, adoro essa adrenalina hahahaha.
Será que aquele homem sabia o quão lindo ficava ao corar. Nossa, na escala de beleza elaborada por mim, de zero a dez, aquele homem atingia o onze. Seu sorriso meio tímido, como se ele fosse realmente tímido. – Eu te amo muuuito, e você fica irresistível com as bochechas vermelhinhas desse jeito. – Falei em voz baixa, passando minhas mãos por suas bochechas, e as entrelaçando em seu pescoço. Parecia um encontro de um jovem casal, e eu estava gostando do clima. Beijei a ponta de seu nariz, beijei sua bochecha esquerda, e logo em seguida sua bochecha direita. Desci um pouco mais, roçando meus lábios aos dele, mas não o beijei. Fitei-o profundamente, e então lhe mordisquei o pescoço. Voltei a roçar os lábios e finalmente tomei-os para mim em um beijo voraz e apaixonado. Ainda nem bebericara o vinho, mas meu sangue já esquentava. Apenas a presença de seu marido já me causava aquilo, imagina se bebesse mais do que deveria. Bem, devo me controlar, mas nem tanto. Estou pagando para usufruir do ambiente e ter um encontro que desejo. Separei o beijo com um selinho demorado, e passei um minuto em silencio o observando. Peguei minha taça de vinho, e entrelacei nossos braços. – Lembra? Brindamos assim em nosso casamento. Topa fazer isso de novo?
 


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Mensagem por Alef Malkovich em Dom Jan 22, 2017 4:24 pm
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TAG: me & anthony
Sim, eu conseguia facilmente me encantar com a presença de Anthony. Não apenas pela sua beleza estonteante, ou seus olhos coloridos que destacavam em seu rosto, menos pelos seus lábios carnudos que me encantavam. O calor agradável que se espalhava pelo meu corpo realmente deixava saudades quando se afastava com Anthony em uma longa jornada de trabalho. Revirei os olhos ao ouvir ele falando sobre magia, soltando um pequeno riso para disfarçar o quanto sentia falta de sua presença. Podia deduzir cada ideia que se passava na mente do outro homem, e certamente eram os mesmos ideias que assombravam minha cabeça, e deseja aquilo consumado de verdade. - Querido, se você olhar bem em volta, vai ver quantos bruxos tem aqui. - Outra risada sucedeu, o desejo da mão dele na minha coxa aumentava para outras partes do meu corpo. Soltei um suspiro extasiado, e logo sua mão afastou da minha perna, subindo ao meu rosto. Seus dedos brincavam em cada fio endurecido e curto da minha barba que estava por fazer, sua mão certamente sentia cócegas conforme ele analisava minha face com seu toque. Era como se tivéssemos acabado de nos conhecer... Na verdade, não foi bem assim que aconteceu. Foi mais intenso, mas a sensação era tão boa quanto, sentia o mesmo impulso de me aproximar dele.

Seus pequenos beijos eram provocantes, deixavam um leve formigamento por onde os lábios passavam. Nossos lábios se encostaram, a provocação fazia minha respiração acelerar levemente de forma que me deixava ansioso. - Essa provocação me mata. Você sabe. - E fora o suficiente para que finalmente nossas línguas se cruzassem durante nosso beijo. Sentia falta daquele toque, da intensidade de Anthony contra mim e de como poderíamos esquentar em meros segundos juntos sem qualquer empecilho. Puxava o lábio inferior dele lentamente antes do beijo se findar em um selinho que demorou o suficiente. Ficamos trocando olhares, algo que eu poderia ficar pela eternidade fazendo. Você só tem certeza que ama uma pessoa quando se tem a intimidade de ficar em um lugar com ela sem precisar trocar uma palavra e não se sentir desconfortável com isso. Poderia emergir nos olhos dele, encarar cada traço, perfeição e imperfeição em seu rosto, que adoraria com certeza. Logo ergui a taça outra vez, nossos braços se entrelaçaram e abri um largo sorriso, mostrando os dentes para meu marido. - Claro que sim, não poderia me esquecer do dia mais feliz da minha vida. - E logo bati levemente minha taça contra a dele.

Tomei um gole da taça, sentindo uma pequena gota escorrer pelo canto da mesma. Passei meu polegar lentamente contra ela, colocando de volta na boca. - Vou pedir umas férias do Ministério, já basta de trabalhar. Preciso passar mais tempo com meu marido. - Coloquei a taça novamente sobre a mesa, apertando minha mão contra a do jornalista, entrelaçando nossos dedos de forma tenra e beijando as costas de sua mão. A verdade é que o começo do relacionamento instável de ambos de nós me deixava o mais inseguro possível em relação as outras pessoas, mas fora o próprio Anthony que me trouxe a segurança que eu precisava. O fato é que para me aceitar, precisei de Anthony, e realmente fico feliz por ele existir em minha vida. - Assim posso fingir que sei cuidar da casa. - Dei uma risada gostosa e apertei minha mão contra a coxa dele, mordendo meu lábio inferior. - E também passar mais tempo com você. - Logo desfiz o rosto provocante e abri outro sorriso, me ajeitando melhor na cadeira. - Espero que alguém tenha feito o mesmo no nosso casamento que o que fizemos no do meu irmão. Contato que terminem tão felizes quanto nós. - Comentei em um devaneio distante, afinal queria realmente que alguém vivesse tamanha felicidade como acontecera e ainda acontecia comigo.
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Mensagem por Anthony D. Shreave em Ter Jan 24, 2017 9:06 pm


Paris, l'amour


Nenhuma célula do meu corpo podia negar as sensações incríveis que Alef me provocava. Nunca poderei expressar de maneira concreta os pontos dóceis e felizes que minha alma alcança ao seu lado. Os batimentos de meu coração aceleram todas as vezes que o vejo. Assim que minha mão encontra a sua, sempre consigo sentir cada pelo do meu corpo se arrepiar. Pode parecer piegas e deverás apaixonado, mas nunca neguei a ninguém as sensações que este homem me causa desde que nos conhecemos. Consigo sorrir verdadeiramente, mesmo que meu corpo e minha mente estejam cansados do trabalho, quando tenho uma conversa simples e franca com o meu marido. Fico feliz por ter encontrado minha alma gêmea tão cedo, e espero que todos um dia encontrem alguém que os façam tão felizes e completos. – Para de falar isso... Até parece que você é um legilimente. Consegue imaginar tudo que está em minha mente. Estou envergonhado de meus pensamentos agora. – Disse em um misto de brincadeira e verdade.
Passeava minhas mãos entre seu rosto, sua barba por fazer e sua coxa torneada. Deuses, por favor, me deixem mais controlado. Nós estamos em local publico, eu gostaria de doma-lo aqui mesmo, mas minha força de vontade tem que ser maior. Necessito que ela seja para que não causemos problemas ao nobre e renomado restaurante. Começo uma leve risada com meus próprios pensamentos, e imagino que externa-los seja uma ótima ideia. – Bem, não deveria te contar isso, mas eu preciso. Tenho ideias muito pervertidas para se fazer em um restaurante, então me ajuda a controlar essa situação. Sei que minhas provocações te matam, porém vê-lo sem poder toca-lo mais intimamente também me deixa em estado critico amor. – Disse  para meu marido com a voz me mediana, tentando evitar que outros clientes o escutassem, mas em tom audível para que Alef não precisasse se aproximar ainda mais. Esta aproximação é muito perigosa, eu sei disso, ninguém precisa me alertar. Eu conheço os meus pontos fracos, sério mesmo.
Concordo com a cabeça, assim que beberico meu vinho. Ele está completamente certo. Trabalhar é importante, mas ter tempo para passar com os entes queridos também é crucial. – Concordo, e posso dizer que tirarei férias também, assim que você conseguir fazê-lo também. Só não digo para fazermos isso agora, porque nossos locais de emprego andam bastante caóticos, e acho que seja difícil conseguir isso agora. – Falei ponderando a situação a nossa volta. Bati nos ombros de Alef. Quem ele estava pensando que era? Sempre fora ótimo marido, então não podia estar dizendo tais blasfêmias sobre si mesmo. – Hey, pode ir parando por ai, ok? Você é ótimo em casa, e está presente sempre que pode. Não posso reclamar. Definitivamente encontrei o cara perfeito. – Bradei um pouco alto demais, porém fora necessário jogar um choque de realidade naquele homem gostoso a minha frente. Além de gostoso, aprendeu a ser humilde com o tempo. Gracinha. – Também espero... Quem encontra alguém, como nós encontramos, não precisa de mais nada... Agora, mudando rapidamente de assunto. O que acha de pedirmos o garçom para fechar o restaurante só para nós? Trouxe dinheiro suficiente para isso hahaha... – Comentei animadinho, antes de puxa-lo pelo pescoço e mordiscar seus lábios com força.
 


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Mensagem por Alef Malkovich em Seg Jan 30, 2017 11:31 am
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Comecei a piscar meus olhos de forma aleatória para Anthony, afinal adorava quando o mesmo sorria, acendia uma chama em meu coração que me deixava o homem mais feliz do mundo. Adorava existir com ele, e eu já havia pensado o que seria de mim se ele não tivesse sido um incômodo real para mim enquanto ainda estávamos em Hogwarts. Eu era feliz por ele ter insistido, e também por, em algum momento - mesmo que tenha realmente demorado -, eu ter desistido de negar quem eu realmente era. Eu era Alef, e eu amava Anthony verdadeiramente. - Não é porque sou animago que não posso ser legilimente. - Brinquei, fingindo mistério com as mãos, rindo e aproximando meu rosto do ouvido dele, sussurrando calmamente. - Você sabe que não precisa ter vergonha deles. Sabe que eu concordo com todos. - Voltei a me afastar um pouco, deixando um beijo em sua bochecha antes de apertar o entrelaçar de nossos dedos um pouco mais. Eu não me importava tanto com a comida, já que a companhia dele me era agradável, suficiente e me enchia de felicidade real e pura.

Sua outra mão me acariciava no rosto enquanto meus olhos se conectavam aos seus. Logo a mão desceu em direção a minha coxa, me deixando sem reação ao que me acontecia naquela região. Eu estava ali, naquela situação que parecia ser irreal há muito tempo para nós, devido ao trabalho exacerbado que - principalmente eu - tinha. - Eu imagino que sejam os mesmos que os meus. - Puxei sua mão que estava ligada na minha e coloquei um pouco mais para dentro de minha coxa, para que ele sentisse o que me acontecia ali. Ninguém veria onde a mão dele estava, a mesa tampava perfeitamente aquele toque. O perfume de Anthony parecia impregnar em mim, deixando minha vontade cada vez maior, a vontade se fazia cada minuto mais presente e sentia que poderia pular em cima dele a qualquer momento dentro daquele restaurante. Me lembrava novamente de quando éramos um pouco mais novos, de como nos escondíamos nos cantos para que pudesse ter o contato dele, e tinha medo de mostrar quem eu era. Suspirei, feliz pela situação ter mudado completamente.

As férias poderiam ser um problema, já que parecia que sempre o Ministério e o Profeta tinham cargas infinitas de trabalho e mais trabalho. Tentaria falar com Ádamo no mesmo momento que Anthony conseguisse suas férias, assim poderíamos viajar por aí, passar um tempo longe de tudo que tinha relação com a Europa. - Eu encontrei o homem mais perfeito, isso eu posso ter certeza. E eu sou eternamente grato por você ter sido insuportável naquela época, assim eu pude enxergar o quão incrível você é, Thony. - Meu rosto corou um pouco mais, não pelo pouco vinho que eu havia bebido, mas por deixar claro para meu marido o quão especial era para mim, mesmo que ele já soubesse isso infinitamente, eu sempre gostava de falar sempre que podia. Afastei a mão dele de onde eu havia colocado a pouco, voltando a repousar ela sobre minha coxa, dando uma pequena risada, bobo e feliz e mostrando os dentes em um largo sorriso. - Você é muito abusado mesmo, amor. E mais ainda por saber que eu não negaria tal oferta. - Assim que ele me puxou levei as mãos em sua cintura e apertei delicadamente, mirando seus olhos diferentes outra vez para soltar a mesma frase que eu não cansava de repetir. - Eu te amo muito, Anthony. E sou o homem mais feliz por ter te conhecido. - Fiz aquela provocação dele se finalizar em outro beijo longo e amoroso, o desejo implícito em cada movimento que se seguia dali.
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